Nessa segunda-feira (12), a Polícia Federal, após analisar dois inquéritos, decidiu indiciar, de uma só vez, sete pessoas na Operação #Lava Jato. Entre essas sete pessoas, estão o ex-presidente da república, Luiz Inácio #Lula da Silva, a ex-primeira-dama, Marisa Letícia e o ex-ministro da Fazenda do primeiro mandato de Lula, Antônio Palocci. De acordo com o jornal “O Globo”, Lula teria sido indiciado pelo crime de corrupção passiva e os demais envolvidos, indiciados por terem praticado crime de lavagem de dinheiro.

Os casos que tiveram o indiciamento das sete pessoas tratam de casos distintos. O primeiro caso, investiga a compra de um terreno, que, de acordo com os investigadores da Lava Jato, teria sido comprado para construção da sede do Instituto Lula.

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O segundo caso, diz respeito, ao aluguel do apartamento do ex-presidente petista, que fica situado em São Bernardo do Campo.

Nos dois casos citados acima, a #Polícia Federal, afirma que houve pagamento de propina por parte da Odebrecht a Lula. Segundo o delegado Márcio Adriano Anselmo, os inquéritos abertos são diferentes, porém, o delegado, achou pertinente juntar os inquéritos, por acreditar que há correlação entre os fatos investigados.

Antônio Palocci

Considerado, por muitos, desde a época da estadia de Lula na presidência, como braço direito do governo, o ex-ministro Palocci, também é considerado pela Polícia Federal como peça-chave, no esquema de pagamento de propina da Odebrecht, com integrantes do Partido dos Trabalhadores (PT). A PF acredita que Palocci fazia uso de toda a sua influência e persuasão para atuar em favor do esquema criminoso de recebimento de propinas junto a integrantes do governo federal.

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A Polícia Federal, crê que Lula teria sido beneficiado com uma grande quantia de dinheiro, paga em forma de propina, o que o levou, a destinar uma parte da quantia na compra do terreno. Terreno esse que, seria construído o Instituto Lula. Apesar da posse do terreno por parte de Lula, não houve a conclusão da construção do Instituto.