O #Governo Michel Temer está estudando, juntamente com sua equipe econômica e o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, mais uma forma, para que os trabalhadores possam sacar seu #FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). A intenção do governo é ajudar os trabalhadores que se encontram em situação de superendividamento a pagar suas dívidas utilizando recursos do FGTS. A principal intenção é fazer com que haja uma aceleração na recuperação da #Economia, já que, atualmente, o grande entrave para a retomada do crescimento, segundo analistas, é a situação de endividamento das famílias brasileiras.

Segundo levantamento da equipe econômica do governo, além do endividamento das famílias, o que está ajudando ainda mais para a continuidade da recessão econômica, também é o endividamento das empresas.

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Para auxiliar nessa retomada de crescimento, o governo estuda liberar depósitos compulsórios, que são recursos que os grandes bancos têm que depositar no Banco Central. Com essa liberação haveria mais crédito para que sejam usados para refinanciamento de dívidas de pessoas jurídicas e físicas.

Processo de reestruturação de dívidas

Após um estudo inicial feito pela equipe econômica, que avaliou a real situação da economia. As empresas e os consumidores estão passando por um processo de reestruturação de dívidas. E esse processo que já foi iniciado, ainda não se completou, e para que seja completado com mais rapidez, medidas de incentivo fiscal devem ser tomadas para agilizar esse processo.

Esse processo de reestruturação, é o principal causador da demora no crescimento da economia. Fator que Michel Temer garantiu que aconteceria já nesse final de ano.

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FGTS

Sobre a possibilidade de saque do FGTS para quitar dívidas, interlocutores do governo disseram ao jornal “Folha de São Paulo” que a real intenção do governo é auxiliar trabalhadores que estão com dificuldades de sacar empréstimos. Empréstimos esses, que na grande maioria das vezes, têm taxas de juros altíssimas. Outro fator observado, é que o FGTS é um recurso individual que o trabalhador adquire e que já é seu, e que a longo prazo rende menos que a inflação.

Temer pretende anunciar esse conjunto de medidas ainda nesse ano, para mostrar que o governo não está parado e que reformas importantes estão sendo tomadas para o retorno do crescimento da economia.