O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta um novo julgamento, o quinto, acusado de #Corrupção e lavagem de dinheiro em um caso decorrente de sua relação com a Odebrecht.

O juiz federal Sergio Moro argumenta que os promotores apresentaram provas suficientes para justificar um julgamento perante alegações de que subornos pagos pela Odebrecht foram utilizados para a compra de duas propriedades ligadas a #Lula, que nega que ele ou seu instituto com uma das duas propriedades envolvidas no caso. Sua esposa e outras pessoas estão envolvidas.

No caso mais recente, os promotores acusaram Lula de receber suborno em troca de ajudar a gigante brasileira de construção civil Odebrecht na obtenção de contratos de seguros com a petrolífera estatal Petrobras.

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Alguns dos supostos subornos foram usados para adquirir terras para a sede do ex-presidente e um apartamento perto de sua residência privada na cidade de São Bernardo do Campo.

Os promotores alegam que o imóvel foi adquirido por terceiros, usando o dinheiro do suborno que a Odebrecht teria pago a Lula em troca de sua intervenção para ajudar a empresa garantir contratos lucrativos com a Petrobras.

Moro também aceitou acusações contra Marcelo Odebrecht, o ex-CEO da construtora que foi condenado em março a 19 anos de prisão após ser condenado por corrupção em um enorme esquema de contratos de subornos para-inflado centrada na Petrobras.

Marcelo juntamente com cerca de 77 ex-diretores e funcionários da empresa, chegaram a um acordo judicial com os investigadores da Lava Jato em um sistema de delação premiada.

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Lula já havia sido indiciado em outros quatro casos de corrupção, o último até então tinha ocorrido na última sexta-feira (16), sobre as acusações de que o ex-presidente teria aceito subornos da Saab em troca de usar sua influência para ajudar a gigante aeroespacial sueca garantir um contrato com o governo para aquisição de caças.

Lula, uma figura de destaque na política brasileira, foi acusado de ser o líder do amplo esquema de corrupção na Petrobras, que estima-se ter custado a empresa um rombo de até 352 bilhões de reais. #Sergio Moro