Nesse domingo, 11, o presidente da República, #Michel Temer, teria convocado uma reunião de emergência para avaliar a delação do ex-executivo da Odebrecht, Cláudio Melo Filho. A cúpula do partido estaria estudando a possibilidade de fazer um pedido, o mais breve possível, de anulação da delação premiada.

O jornal O Globo divulgou que o argumento que os peemedebistas devem utilizar, é de que a delação vazou antes de ser homologada, o que fere os requisitos da mesma e aumenta as chances do pedido ser deferido.

Além disso, a revista Veja desse fim de semana, divulgou prévias da delação de outro ex-executivo da Odebrecht, Leandro Andrade Azevedo, que citou outros peemedebistas em esquemas de corrupção, bem como gente de outro partido.

Publicidade
Publicidade

A delação de Leandro Andrade Azevedo, citou o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (#PMDB), o prefeito do Rio, que já tem viagem marcada para os EUA em janeiro, Eduardo Paes (PMDB), o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), entre outros nomes conhecidos do cenário político nacional.

A resposta de alguns envolvidos

Lindbergh Farias, que comemorou a delação contra Michel Temer e compartilhou inúmeras publicações sobre o assunto e que são provenientes daqueles sites e blogs que eram mantidos pelo antigo governo, e tiveram verbas cortadas por Temer, também foi citado, o que fez com o político se calasse diante de tal fato.

A imprensa procurou a assessoria do senador, que emitiu uma nota oficial alegando desconhecer a referida delação e por isso não podia falar sobre a mesma. Salientou que teve uma investigação semelhante arquivada e que está tranquilo.

Publicidade

Já a assessoria do governador do Rio, Pezão, disse que o político não comentará tais informações e que jamais autorizou ações ilegais, bem como as contas de sua campanha foram aprovadas pela justiça eleitoral.

Eduardo Paes, que após entregar a prefeitura para Marcelo Crivella, no dia 1 de janeiro, viajará para os Estados Unidos, onde irá morar com a família, que já se mudou, e dará aulas em uma universidade tradicional do país, anunciou, através de sua assessoria, que não irá comentar uma suposta delação vazada para uma revista, uma vez que a mesma ainda nem foi homologada, logo, ainda que exista, não possui validade legal.

Vale salientar que na última eleição municipal, a revista Veja fez uma reportagem de capa acusando Marcelo Crivella de ter sido preso pela prática de um ato ilícito e esta foi desmentida pelo senador, que apresentou todas as provas para a justiça eleitoral, e que por sua vez, condenou a revista a fazer uma publicação, com o mesmo destaque da anterior, informando aos leitores que mentiu sobre o candidato, agora eleito, a prefeitura do Rio de Janeiro.

Por conta disso, as informações divulgadas merecem atenção, mas, com o devido cuidado, pois tal delação, em tese, não existe, pois não há aprovação legal da mesma ou qualquer informação oficial sobre o seu conteúdo. É preciso aguardar um parecer legal sobre o assunto. #É Manchete!