Segundo o Ministério Público Federal, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva agiu para que Renato Duque, Paulo Roberto Costa, Nestor Cerveró e Jorge Zelada fossem nomeados e mantidos em cargos estratégicos nas Diretorias: de Serviços, Internacional e de Abastecimento. O intuito era de que tais funcionários permanecessem comprometidos com a arrecadação de vantagens indevidas decorrentes de contratos entre a Petrobras e empreiteiras, como a Odebrecht, as quais lhe seriam direcionadas, direta e indiretamente, quer na forma de dinheiro, quer na forma de benefícios decorrentes do emprego do dinheiro, em função da governabilidade ou de um projeto de poder partidário.

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A acusação formal esclarece que os diretores da empresa petrolífera geravam recursos que eram repassados para enriquecimento ilícito de Lula, de agentes políticos e dos próprios partidos que integravam o loteamento de cargos públicos, além de irrigar campanhas eleitorais com dinheiro originado dos crimes de #Corrupção. Porém, ainda nesse contexto, a expansão de novos e grandiosos projetos de infraestrutura, incluindo a reforma e a construção de refinarias, criou um cenário propício para o desenvolvimento de práticas corruptas.

A acusação afirma que o esquema de corrupção foi instalado na Petrobras com a nomeação dos diretores na estatal

Em se tratando da distribuição de cargos no âmbito do Governo Federal, segundo ainda o #MPF, o senhor Luiz Inácio Lula da Silva loteou a administração pública direta e indireta, dezenas de Ministérios e Secretarias, além de mais de 100 autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, com propósito criminoso.

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Lula distribuiu para o Partido dos Trabalhadores e para os demais partidos que integravam a sua base, notadamente o Partido Progressista e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, verdadeiros postos avançados de arrecadação de propinas ou vertedouros de recursos escusos em troca da governabilidade, da manutenção de poder.

Sendo assim, diante da acusação do Ministério Público Federal e réu pela quinta vez, o homem que outro dia disse ser “a viva alma mais honesta do mundo”, juridicamente, está sendo acusado de ter praticado 232 vezes os crimes: por lavagem de dinheiro 211 (vezes); corrupção passiva 17 (vezes); tráfico de influência 4 (vezes); além de organização criminosa e obstrução da justiça. #RÉU