Manifestações na Avenida Paulista são um indício de que alguma pauta polêmica está em discussão. Por exemplo, quando a ex-presidente Dilma sofria duras críticas, a Avenida Paulista se tornou um dos principais locais onde eram organizado protestos contra o governo. O assunto do momento, na #Política, é a aprovação do pacote anticorrupção, sancionado na Câmara dos Deputados. Os protestos que ocorrerão no domingo (4) provavelmente enfatizarão a desaprovação da sociedade quanto aos conceitos alterados no texto original.

Alguns juízes, procuradores e promotores prometeram participar dos atos. Um deles é o procurador Mario Sérgio Christino.

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Segundo Mario, o objetivo da manifestação é "conscientizar a sociedade da gravidade das propostas aprovadas que afetam diretamente o trabalho do MP e da magistratura".

Os organizadores do evento são grandes conhecidos do governo petista. De 2014 para cá esses movimentos conseguiram atrair milhões de pessoas às ruas, para protestarem contra o governo petista. Entre os movimentos envolvidos estão o "MBL", "Intervencionistas", e o "Vem Pra Rua".

A Avenida Paulista será divida em 5 blocos, e em cada um dos blocos haverá um caminhão de som. A expectativa é que os organizadores consigam convocar um bom número de pessoas, afinal de contas, a sociedade parece não concordar com as mudanças feitas no texto.

Mas quais são as mudanças?

A equipe da operação Lava-Jato, juntamente com juízes, procuradores, promotores, e até mesmo a sociedade, idealizaram dez medidas que foram implantadas em um pacote "anticorrupção".

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A polêmica surgiu inicialmente quando deputados tentaram adicionar ao texto da lei uma proposta de anistia ao caixa 2. Isso iria inocentar os crimes de corrupção envolvendo caixa 2 que foram apurados até o momento. Além disso, a polêmica maior foi a inserção de uma cláusula que prevê penas a juízes, procuradores e promotores, em casos de abuso de poder.

Os profissionais envolvidos afirmam que tal medida limitaria sua autonomia. Alguns procuradores da Lava-Jato anunciaram que, possivelmente, eles renunciarão caso haja o sancionamento definitivo. #Brasil #Protestos no Brasil