As últimas 24 horas de Renan Calheiros (PMDB-AL) foram marcadas por diversas reuniões. Tudo começou ainda na segunda à noite, logo após receber a notícia da decisão do ministro do Supremo, Marco Aurélio Mello, que o afastava do cargo. Renan passou boa parte da noite reunido com aliados e advogados para tentar achar uma brecha que pudesse o manter no cargo.

Na manhã de terça-feira (6), se reuniu com dirigentes da Mesa Diretora para elaborarem e assinarem um documento informando ao Supremo Tribunal Federal que não iriam acatar a ordem do ministro Mello e esperariam a decisão do plenário.

No período da tarde, Calheiros foi ao encontro de Michel Temer, seu colega de partido.

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Além dos dois peemedebistas, outro cacique da sigla também esteve presente, o líder de Temer no Congresso, senador Romero Jucá (RR). Para completar os nomes fortes do partido na reunião, só faltou Eduardo Cunha, mas esse foi o primeiro peemedebista a ser preso.

Temer havia declarado mais cedo que era solidário a Renan. No Planalto, a decisão de Marco Aurélio Mello foi vista como abuso de poder. #Renan Calheiros #Dentro da política