Mesmo com os escândalos da Odebrecht e a pouca aprovação popular, o atual governo atinge uma de suas metas estipuladas para esse ano. Nesta terça-feira (13), o Senado legitimou, em segundo turno, o projeto de Emenda Constitucional de número 55 (PEC 55/2016) que estabelece um limite nos gastos públicos.

No primeiro turno do projeto foram 61 senadores a favor e 14 contra, enquanto nesse turno, foram registrados 53 votos a favor e 16 contras.

A partir de então

Esta emenda estabelece uma maior fiscalização com duração de 20 anos, podendo ser alterada no décimo ano de vigência por meio de uma lei complementar. De acordo com a ideia, os gastos públicos permanecerão os mesmos, acrescentando-lhes a inflação que atua sobre o país a cada ano.

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De acordo com os economistas responsáveis pela PEC, os âmbitos da Saúde e Educação continuarão com as aplicações previstas pela constituição até entrarem em vigor no ano de 2018. Além disso, se um poder extrapolar o teto imposto, o outro deverá consertar essa diferença. Essa proposta foi enviada ao planalto em junho desse ano (2016), juntamente com a reforma da previdência, juntos, esses planos amedrontam a população e a #Oposição.

A oposição

De acordo com a folha de São Paulo cerca de 60% dos entrevistados são contra esse planeamento. A população, juntamente com os partidos sociais, vem fazendo diversos protestos que possuem o intuito de mostrar o seu ideal e conscientizar as outras pessoas do possível perigo trazido por essa PEC.

A União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Central Única de Trabalhadores (CUT) organizaram, nesta manhã, uma concentração no local, com o intuito de protestar contra essa proposta.

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Senadores e deputados afirmam que essa proposta irá atingir diretamente as áreas da Saúde e Educação que já são precárias no #Brasil, tornando os indivíduos submissos a serviços privados, mesmo sem possuir condições para a adesão a tais oportunidades. Mesmo com a negação por parte dos governistas e responsáveis, os protestos continuam a seguir. Nas mídias sociais, é possível ver a indignação da população com essa informação. #PEC55