Nesta sexta-feira, 16, a #Polícia Federal começou uma investigação onde Silas Malafaia estaria envolvido, segundo a Reuters. Uma organização criminosa vem sendo investigada por fraudar os valores de royalties de mineração devidos por mineradoras a municípios.

O pastor Silas Malafaia estaria envolvido por lavagem de dinheiro, o esquema realizado pela organização criminosa envolveria cobranças judiciais de 65% da chamada compensação financeira pela exploração de recursos mineras.

Segundo investigações da PF, informações de primeira linha apontam que as dívidas dos royalties ofereciam serviços em meio a dois escritórios de advocacia e uma empresa de consultoria que estariam prestando serviços juntos a empresas de exploração mineral.

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Depois de analisar as investigações, a PF disse que o grupo se dividiria em quatro grandes pilastras. Sendo eles o captador, formado pelo diretor do DNPM e sua mulher, que verificavam se haveria prefeitos interessados no esquema de #Corrupção; os escritórios e a empresa de consultoria, que repassava valores indevidos para agentes públicos; os políticos, que tinham como objetivo contratar os escritórios de advocacias para se integrarem ao sistema; e por último o colaborador, que tinha como função esconder todo o dinheiro dissimulado.

Cerca de 300 policiais realizaram diversas ações pelos estados brasileiros. Por determinação da justiça federal, eles fazem buscas, prisões preventivas e temporárias. O bloqueio judicial gerado pela organização criminosa pode chegar a mais de R$ 70 milhões.

Silas Malafaia estaria entre os investigados

Em um dos estudos da PF, o líder religioso e pastor, Silas Malafaia, teria usado a conta corrente de sua instituição religiosa para ocultar a transação do dinheiro recebido pelos escritórios de advocacia de forma ilícita.

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Segundo investigações, ele teria recebido dinheiro do principal escritório contido nesse esquema de corrupção.

A operação Timóteo teve início em 2015 quando a PF recebeu uma sindicância da controladoria geral da União que haveria uma discrepância no patrimônio de um dos diretores da DNPM, que sozinho pode ter ganho mais de R$ 7 milhões.