O Brasil sempre foi reconhecido, internacionalmente, como uma espécie de “paraíso para os corruptos”. Essa afirmação nunca se tornou tão real quanto nos dois últimos anos, quando, através da criação da força-tarefa da Lava Jato e as operações que são desdobramentos da mesma, levaram para a prisão políticos e executivos, além de investigar dezenas de parlamentares e até mesmo o ex-presidente, Lula.

Com quase cem pessoas condenadas pelo juiz federal Sérgio Moro e com uma parcela significativa da população se interessando por política, o Instituto Reclame Aqui decidiu criar um aplicativo “delator”, a fim de que o mesmo “delate” os políticos envolvidos em qualquer esquema de #Corrupção.

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Como funciona

Após baixar o aplicativo, gratuitamente, este passa a ser um complemento do Google Chrome (por enquanto o programa não funciona em outros navegadores), depois é só acessar os sites e redes sociais normalmente que, se em uma notícia um suspeito ou condenado for citado, o aplicativo, automaticamente, grifará o nome do mesmo com a cor roxa e mostrará um resumo da vida pregressa do político e seu envolvimento com algum esquema de corrupção, ainda que este seja apenas uma citação em uma #Delação e que não tenha havido investigação ou condenação até o momento.

Nessa primeira fase do projeto, o aplicativo irá delatar apenas deputados federais e senadores. Mais para frente, os bancos de dados serão abastecidos com mais informações e começarão a delatar governadores e deputados estaduais, até que chegue um momento que até o vereador da cidade menos conhecida do país, se envolvido com corrupção, esteja listado no banco de dados do site.

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O aplicativo mal foi lançado e já causa dor de cabeça para alguns políticos que estão sendo “dedurados” pelo aplicativo. Pelas redes sociais, os internautas comentam o sucesso que é o aplicativo e tiram prints das páginas para divulgar em páginas e grupos, a fim de que, quem não utiliza o Chrome, possa ficar sabendo da ficha judicial de alguns políticos.

A empresa almeja impactar entre 25 e 30 milhões de eleitores até a próxima eleição, que acorre daqui menos de 2 anos. #É Manchete!