O presidente #Michel Temer anunciou, no último domingo (11), o lançamento de um novo pacote de estímulo econômico para os próximos dias.

O "minipacote" inclui oito medidas para impulsionar a economia estagnada do país. Uma medida definitiva é o investimento de 1,3 bilhão de reais no Programa de Apoio ao Emprego, para manter 200.000 postos de trabalho nos próximos quatro anos.

Na verdade, a reforma de Temer é uma simples extensão do programa de proteção do emprego da ex-presidente Dilma Rousseff, lançado em junho do ano passado.

A proposta dos estímulos inclui medidas para aliviar os consumidores endividados e também forçar as empresas de cartão de crédito para pagar as empresas mais rápido do que de costume.

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O programa de trabalho também permitirá que os empregadores reduzam as horas de trabalho em 30% com uma respectiva mudança no salário. Além disso, o Fundo de Amparo ao Trabalhador Ajuda Fundo (FAT) bancará a metade do desconto do salário em até 30%.

As medidas adicionais alteram as regulamentações econômicas em relação ao crédito e à competitividade, com o objetivo de melhorar o clima dos negócios. Temer também pretende aprovar o controverso corte de gastos federais e reforma de pensões do sistema previdenciário ainda esta semana.

Enquanto a economia rastejante do Brasil poderá se beneficiar do estímulo, a pressa do presidente pela aprovação das reformas provavelmente também carrega intenções políticas.

Temer anunciou seu pacote de estímulo no último fim de semana em meio ao turbilhão do surgimento de acusações da construtora brasileira Odebrecht, que acusou Temer de fazer parte do esquema de corrupção da empresa estatal Petrobras.

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De acordo com executivos da empresa, Temer recebeu mais de 10 milhões de reais em subornos. Membros adicionais de sua administração também estão na lista.

Para piorar a situação de Michel Temer, uma pesquisa nacional realizada na semana passada relatou que 63% dos brasileiros querem a sua renúncia imediata.

Será que o pacote de estímulo salvará a economia do Brasil e a presidência de Temer? Isso apenas o tempo dirá. #Reforma política #Política