Em um evento no Palácio do Planalto, ocorrido nesta quarta-feira (07), o atual presidente do Brasil, Michel #Temer, afirmou que, "seguramente" a votação da PEC dos gastos, ocorrerá na terça-feira que vem (13), seguindo, assim, o cronograma previsto.

Os jornalistas presentes questionaram este fato, devido aos últimos acontecimentos ocorridos nos poderes Legislativo e Judiciário. O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio do ministro Marco Aurélio, solicitou o afastamento do atual presidente do Senado, Renan Calheiros. O mesmo não acatou à liminar provisória, ocasionando assim, uma truculência entre ambos os poderes.

Então, se efetivamente o presidente do Senado for afastado concretamente, é plausível que haja alterações no cronograma da votação da PEC 241.

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Mas como fora dito anteriormente, Temer assegura que evidentemente a votação acontecerá conforme o planejado.

Relembrando os conceitos da PEC dos gastos

A PEC 241 surgiu com a necessidade de se cortar gastos públicos, devido ao déficit bilionário existente nas contas públicas. Resumidamente, as propostas visam a diminuição dos gastos públicos durante o período de 20 anos, podendo haver alterações em outros governos, mas, as alterações poderão ser feitas até o décimo ano, depois de 10 anos, não será possível a realização de quaisquer alterações, até que se cumpra o tempo estabelecido de 20 anos.

Se o teto dos gastos estabelecidos não for cumprido por algum órgão, o mesmo ficará incapacitado de contratar pessoas, realizar concursos, ou seja, novas despesas não serão permitidas. A saúde e a educação também sofrerão alterações, mas as mudanças para esses setores, só entrarão em vigor em 2018.

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A oposição vê a proposta da PEC 241 de uma maneira pejorativa. Segundo eles, a proposta causará um impacto gigantesco na população menos favorecida. Já os defensores da PEC 241, frisam a importância e necessidade de se cortar gastos que, estão a contribuir com o déficit econômico.

Além da PEC 241, Michel Temer ainda foi responsável pela elaboração de novas regras que, mudarão os conceitos atuais da Previdência Social. Todas essas medidas são consideradas por muitos como impopulares, e dessa forma, sindicatos e a própria população, não aprovam tais modificações. Tanto a PEC quanto as propostas de reforma previdenciária, tramitam no Congresso Nacional, e em breve a população saberá o desfecho de ambos os casos. #Política #PMDB