Sim, é isso mesmo! O que pode parecer um tanto inacreditável, é a mais pura verdade, uma vez que algumas pessoas conseguem enxergar uma similaridade entre #Michel Temer, o ex-presidente interino, e #Dilma Rousseff, a anterior presidente eleita com mais de 54 milhões de votos diretos dos brasileiros. O vaso comunicante é que assim como Rousseff se recusou a renunciar ao cargo de presidente do Brasil por razões irrepreensíveis, Temer falou ao conceder entrevista em 22 de dezembro, o seguinte: "renunciar, eu não tenho pensado nisso. Se for cassado eu já disse que obedeço a decisão", referente a possibilidade dele mesmo deixar de ser presidente da República , apesar de toda a pressão vergonhosa provocada por sérias denúncias contra representantes do 1º escalão de seu governo e da ação correndo no TSE - Tribunal Superior Eleitoral contra o peemedebista.

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A ação movida no TSE é direcionada especificamente contra a chapa que foi composta pela ex-presidente Dilma e Michel, a qual foi a vencedora na corrida presidencial em 2014.

O atual presidente no poder do Planalto se valeu do encontro com os jornalistas e fez uma rápida avaliação dos sete meses em que está a frente do Brasil, anunciando outras pequenas medidas econômicas que visam estancar a inércia da economia pela qual passa a sociedade brasileira, tais como: permissão de se liberar os recursos oriundos de contas que estão inativas do FGTS e também o esboço de tentativa da diminuição dos juros perpetrados pelas operadoras de cartões de crédito de modo geral.

O Governo Federal defendeu a tese de que o desempenho econômico nacional está frágil em função dos obstáculos enfrentadas pelas autoridades no poder e a impopularidade de Temer.

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Por outro lado, o presidente se adiantou em dizer que ele faz questão de se aproveitar de sua baixa popularidade para adotar medidas que são “essenciais para o país”, medidas essas que um governo popular com fins eleitorais jamais adotaria, reiterou Temer.

Quanto a hipótese da troca de Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, Temer disse claramente que não tem nenhuma intenção de trocar Padilha. “Ele continua firme e forte frente a Casa Civil”, mesmo com Eliseu sendo alvo de denúncias sucessivas no recebimento de recursos considerados irregulares para a campanha eleitoral. Aliás, Michel Temer arrematou que não partirá dele fazer mudanças ministeriais, independente das delações já obtidas ou que virão a ser confessadas pelos executivos da construtora #Odebrecht, denúncias essas que quase sempre respingam no 1º escalão governamental e no próprio Temer.

A pergunta que não quer calar diante de um cenário político e econômico tão sombrio é: o que será do Brasil no ano de 2017?