Eugênio Aragão, ex-ministro da #Justiça que atuava no #Governo da ex-presidente Dilma Rousseff, já havia declarado várias críticas sobre a operação Lava Jato, e também críticas sobre a forma como o presidente Michel Temer conduz a área de políticas de seguranças. Eugênio se mostrou um verdadeiro porta-voz do Partido dos Trabalhadores (PT).

Quem também foi alvo de suas críticas é o atual ministro da Justiça de Michel Temer, Alexandre Moraes. O petista Aragão sugere que conduzir o #Ministério da Justiça seria "muita areia" para Moraes. A crise em penitenciárias de todo o Brasil envolvendo o episódio de massacres que aconteceram no norte do país, foi um dos motivos para Aragão depositar suas críticas em Moraes.

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Para o porta-voz petista, Alexandre Moraes não teria preparo para lidar com a situação presidiária grave do Brasil, ele ainda cita que Moraes teria feito acordos com facções criminosas enfatizando o Primeiro Comando da Capital (PCC). Esses acordos, para Aragão, seriam arriscados. “Histórico de conchavos com setores que são de alto risco para a sociedade, como a facção criminosa Primeiro Comando da Capital, o PCC", diz Aragão.

O procurador da República, Deltan Dallagnol, também foi alvo de críticas. Eugênio Aragão disse que o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato no Ministério Público Federal, deveria "baixar a bola" e afirmou que Dallagnol não deveria agir como se estivesse em perseguição, deu um recado: "Pare de perseguir o Lula e fazer teatro com o PowerPoint". Aragão disse que Dallagnol poderá "acabar ferroado".

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Resposta de Alexandre Moraes

O ministro da Justiça Alexandre Moraes revelou que irá processar Eugênio Aragão. Para Moraes, o processo irá servir como uma forma de dar um recado para o ex-ministro: "aprender a ficar de boca calada". Uma das falas de Eugênio teriam revoltado o atual ministro, como se o governo fosse "muita areia para a caçambinha de Moraes".

As críticas do ex-ministro de Dilma Rousseff foram relatadas em uma entrevista para um jornal petista.