Neste último domingo (01) aconteceu uma #Rebelião entre a facção Primeiro Comando da Capital (PCC) e Família do Norte (FDN) na cidade de Manaus, Amazonas. O massacre deixou vários #presos mortos e muitos fugitivos. O governo do presidente da República Michel Temer movimenta agora o Gabinete de Segurança Institucional (GSI),e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, foi enviado até Manaus para apurar o caso.

O que o governo de Temer está preocupado é que o PCC possa se revoltar com a situação e fazer um tipo de contraofensiva, a facção Família do Norte é ligada ao Comando Vermelho do Rio de Janeiro, enquanto o PCC lidera presídio em diversos estados, envolvendo o Rio Grande do Norte, Maranhão, Rio de Janeiro e até o Rio Grande do Sul.

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Os presos que participaram da rebelião foram transferidos para presídios federais, o governo se manifestou dizendo que os órgãos foram lerdos para agir com a situação e se programam agora para utilizar órgãos de inteligência na tentativa de descobrir se novas rebeliões estão previstas para acontecer.

Em 2015, a Polícia Federal já havia apresentado que facções em Manaus tinham um certo risco de entrar em rebelião, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também enfatizou, em 2016, que o presídio que ocorreu o #massacre estaria em péssimas condições. Agora, haverá investigações pois os presos que foram mortos e decapitados estavam em um local descrito como sistema seguro do presidio.

Plano Nacional de Segurança

Segundo o ministro da Justiça, o Plano Nacional de Segurança será reativado com o objetivo da "racionalização do sistema penitenciário", o tráfico de armas é outro problema que terá que ser avaliado pois há ligação com as facções.

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O massacre deixou mais de 60 detentos mortos no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), o presídio tem capacidade para 456 presos, porém abrigava 1.224. O secretário de Segurança Pública do Amazonas disse que a FDN eliminou detentos dos quais tinham desafetos e os que faziam parte do PCC. Quando houve a negociação, os presos fizeram a exigência de não ter muitas entradas da Polícia Militar no local, que, segundo o secretário, é algo que não aconteceria.