Não é a toa que o Brasil vive o momento mais crítico de sua história política e econômica desde o início da instauração da República no país, pois muitos dos governantes que deveriam ser os grandes guardiões da hegemonia nacional e buscar ficar atentos por 24 horas em relação aos problemas sociais dos cidadãos que os elegeram, repentinamente parecem sofrer de uma crise crônica e profunda de amnésia. Alguns críticos chegam a dizer, que tais dirigentes adotam esse tipo de comportamento como que para fugir da responsabilidade de executar as tarefas para as quais foram eleitos pelo voto direto.

Por exemplo, algo que tem provocado profunda estranheza, principalmente na Cidade do #Rio de Janeiro, um dos lugares mais bonitos do mundo, é que Marcelo Crivella, o mais novo prefeito eleito da cidade, bispo licenciado e sobrinho de Edir Macedo, o principal dirigente da IURD – Igreja Universal do Reino de Deus, disse na última sexta-feira, dia 6 de janeiro, que ele desconhece completamente as cenas agressivas ligadas diretamente aos vergonhosos “arrastões” nas praias e bairros litorâneos daquela cidade.

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O mais curioso, para não dizer cômico, de toda essa fala tipicamente política, é que os arrastões em terras cariocas já acontecem por décadas, principalmente nos meses mais quentes do verão, quando a cidade recebe um fluxo enorme dos próprios cariocas e de turistas que ruma às praias para usufruir momentos de descontração junto dos familiares e amigos. Todas as pessoas que vivem no Rio de Janeiro ou mesmo no Brasil, têm conhecimento de tais fatos deploráveis, pois são amplamente noticiados pela mídia, inclusive funcionando como propaganda negativa para a imagem do Rio de Janeiro no exterior.

Por outro lado, de qualquer forma, de acordo com o jornal “O Globo”, o prefeito Crivella já falou publicamente que terá um encontro oficial com Paulo Cesar Amendola, coronel da Polícia Militar e também secretário de Ordem Pública, cujo único objetivo é aumentar a quantidade dos guardas do município nas praias da Cidade do Rio.

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Isso porque, como frisado anteriormente, Marcelo disse que “não estava sabendo que estavam ocorrendo”, referindo-se ao corre-corre, #Violência, roubos, estupros e brigas naquela que é tida como a “Cidade Maravilhosa”, mas que a má administração insiste em macular o seu título reconhecido pelas pessoas em todo o mundo.

Um dos muitos exemplos de assalto nas praias que o prefeito Crivella 'não estava sabendo'

#Praia