As próximas eleições presidenciais só acontecem em outubro de 2018, mas a disputa já está a todo vapor. Na última pesquisa divulgada pelo Datafoha, em dezembro, Luiz Inácio #Lula da Silva aparece bem cotado e é um dos principais favoritos para o pleito que será realizado daqui a quase dois anos.

O candidato do PT, que é réu em cinco ações – quatro delas da Lava Jato – e pode ficar de fora da disputa presidencial caso seja condenado em algumas delas, lidera na pesquisa espontânea, quando nenhum nome é apresentado aos entrevistados.

Neste cenário, Lula aparece com 9% de citações. O segundo colocado, Jair Bolsonaro (PSC), tem três vezes menos e aparece com apenas 3%.

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Aécio Neves (PSDB), derrotado por Dilma Roussef em 2014, tem 2%.

Na casa do 1% estão Marina Silva (Rede), Michel Temer (PMDB), Dilma Roussef (PT), Ciro Gomes (PDT) e o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos julgamentos em primeira instância dos casos da Lava Jato.

Tudo isso significa que, somando os pontos de todos os adversários, Lula tem apenas um ponto a menos que eles (10% a 9%). Quase todos concordam que é uma força impressionante para um político que vem sendo execrado pela imprensa e por parte da população brasileira.

O mais rejeitado

Para provar que Lula não é bem quisto por parte da população, o ex-#Presidente aparece como o mais rejeitado, ao lado de Michel Temer, entre os possíveis candidatos das eleições presidenciais de 2018. Na pesquisa, 44% dos eleitores disseram que nunca votariam em nenhum dos dois.

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Os tucanos Aécio Neves, com 30% de rejeição, e José Serra, com 20%, aparecem na sequência. Jair Bolsonaro fecha o top 5 da rejeição com 18%.

O juiz federal Sérgio Moro, um dos queridinhos do Brasil na atualidade, também é rejeitado: são 9% afirmaram que não votariam nele de forma nenhuma.

Segundo turno

Lula venceria todos os candidatos no segundo turno das eleições, exceto Marina Silva. A líder da Rede venceria qualquer adversário e seria eleita presidente do Brasil. Até 2018, muita coisa deve mudar no cenário político brasileiro. #Eleições 2018