Na última quarta-feira, dia 11, o deputado estadual Flavio Bolsonaro publicou na sua página oficial do Facebook imagens chocantes retratando seu pai, Jair Bolsonaro. Assim como Flavio, Jair é filiado ao Partido Social Cristão, mas ocupa o cargo de deputado federal.

As imagens publicadas por Flavio mostravam, em forma de desenhos, Jair #bolsonaro levando um tiro de revólver na cabeça, sendo empalado e deixado aos urubus e sendo decapitado à faca por outra pessoa.

Na descrição das imagens, Flavio mencionou uma frase de Vladimir Lênin: "Xingue-o do que você é, acuse-o de fazer o que faz." Na ocas

" As fotos abaixo foram publicadas por perfis de esquerdistas, que adoram pedir 'respeito', 'tolerância', defender o 'Estado democrático de direito', a 'democracia' ou usar a hashtag #maisamorporfavor.

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São cínicos hipócritas! Quando os ataques vêm dessas pessoas, temos a certeza de que estamos no caminho certo!", declarou o parlamentar em seguida.

Nos comentários, apoiadores de Flavio e sua família, que conta também com mais dois deputados - os irmãos de Flavio, Carlos e Eduardo Bolsonaro, também filhos de Jair - atacaram os autores das imagens. Além disso, os internautas reclamaram da falta de ação da rede social, o Facebook, por permitir que imagens do tipo permaneçam no ar. "Agora a pergunta: Alguma dessas páginas foi banida ou suspensa por violar as regras de comunidade do Facebook? Óbvio que não, pois o Facebook só derruba página de direita. Se uma página de direita chama um gordo de gordo ela é derrubada, se chama um ladrão de bandido ela é derrubada. Enquanto perfis e páginas de esquerda pregam o assassinato de seus opositores nada acontece", comentou um seguidor.

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"Saibam da importância de todos vocês que, antes mesmo de tomarmos ciência das sacanagens que postam contra nós nas redes, já atuam em defesa da verdade e nos protegem dos efeitos desses ataques mentirosos e caluniosos. Muito obrigado pelo que fazem por nós e por confirmarem em nosso trabalho!", comentou o autor da publicação. Flavio garantiu que está tomando "providências" a respeito disso, mas que "o resultado no Judiciário não acontece na velocidade em que se propagam as calúnias".

A postagem pode ser vista abaixo:

#intolerância #Família Bolsonaro