O Presidente Michel Temer recebeu governadores e secretários de #Segurança do Amapá, Rondônia, Acre, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Pará e Tocantins para tratar da questão da segurança pública dos estados do Norte e Centro-Oeste e afirmou que a única maneira de solucionar os atuais problemas e ameaças enfrentados pelos estados seria somar esforços entre os Estados e a União.

"Nós queremos imaginar ou dizer que a solução dessa lamentável temática das penitenciárias exige essa conjugação de esforços dos estados com a União", disse #Temer.

Segundo o governador de Rondônia, Confúcio Moura (PMDB), o problema das prisões brasileiras e de toda essa violência tem origem no narcotráfico.

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"Toda a situação prisional brasileira, a violência no #Brasil, todo mundo sabe que vem do tráfico de drogas. E essa droga entra pelos nossos estados", disse o governador, após a reunião.

Ainda segundo o governador de Rondônia, o exército deveria, além de atuar nos presídios, participar na fiscalização das fronteiras, pois são estas fronteiras a maior porta de entrada do narcotráfico no país. "A única solução é o Exército na fronteira. Pedimos a presença do Exército nas fronteiras, e o presidente prometeu nos atender.”, disse. Ao ser questionado sobre Rondônia estar com a corda no pescoço, respondeu: “Todos os estados, estamos com a corda no pescoço. Ninguém dorme um sono tranquilo".

O Governo Federal se comprometeu também a bancar o pagamento de diárias para policiais militares, que deverão fazer a segurança nas ruas juntamente com a força nacional.

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O presidente alegou ainda que as forças armadas não devem cumprir o papel de executar atividades de segurança pública, e sim, o seu próprio papel de manter a lei e a ordem segundo a constituição federal. O presidente ainda reforça que há uma completa desordem em alguns presídios do país e que por isso pretende realizar, com as forças armadas, fiscalizações regulares a fim de normalizar tal desordem.

Em suas palavras: "Sabemos que há um problema relativamente a fiscalização dos presídios pelos agentes penitenciários, que têm limitações que outras forças podem não tê-las. Há uma desordem que se verifica de maneira completa e integral em alguns presídios do país, é preciso uma interferência determinando que as Forças Armadas façam inspeção nos presídios pelo menos a cada certo período, quem sabe mês a mês".