O #Governo do presidente Michel Temer, recebeu várias críticas, principalmente em redes sociais, devido à uma campanha realizada pelo Ministério dos Transportes, que visa a diminuição dos acidentes de trânsito em todo o País. A campanha se tornou alvo de grande polêmica, já que contextualiza situações em que ocorrem acidentes de alta gravidade de trânsito, que muitas vezes acarretam a morte, porém retratada de modo que esses acidentes também podem ser ocasionados por pessoas solidárias e voluntárias. A campanha publicitária de educação no trânsito foi denominada de "Gente boa também mata". O mote da campanha que foi lançada já no final do ano de 2016, tenta conscientizar a população que mesmo as pessoas de bem, muitas das quais atuantes em suas comunidades e que se destacam em trabalhos solidários, podem ser responsáveis por acidentes que resultem em fatalidades no trânsito das cidades brasileiras. A campanha publicitária governamental foi produzida pela Agência Nova/sb. Em um dos textos divulgados através de cartazes e vídeos, ressalta que "pessoas que plantam árvores na cidade, que realizam trabalhos voluntários e que espalham amor pelas ruas, também podem matar".

Dirigir com celular

A campanha do governo federal mostra em imagens, situações em que pessoas de bem e que realizam boas ações, ao dirigir, acabam por atropelar um ciclista, já que uma dessas pessoas de bem, respondia a uma mensagem de celular, mesmo estando a frente do volante. A campanha esclarece que "ao responder a uma mensagem de celular estando ao volante, pode pôr tudo a perder", segundo a peça publicitária. E conclui: "ao dirigir, esqueça de celular". As críticas à realização do modo com que foi concretizada a campanha foi intensa. Segundo o que escreveu na página do Ministério dos Transportes, Priscilla Ghirardini Bonazzi afirmou que "a forma com que a propaganda foi feita, trará mais efeitos negativos do que positivos". Porém houve também quem defendesse a peça publicitária: "Tem que haver campanha sim e forte! Um cara provocou uma colisão com meu carro, já que o mesmo falava ao celular", enfatizou Almira Maria Cohen. #Crise #Acidente