Jean Wyllys, deputado federal (PSOL), fez uma denúncia em sua página do Facebook sobre a retirada de algumas páginas de livros que ensinam sobre ideologia de gênero. O prefeito de Ariquemes (RO), no Vale do Jamari, junto com os vereadores, proibiu que as escolas entregassem livros sobre as questões de gênero aos alunos do ensino fundamental da rede de escolas públicas. Em um trecho de sua denuncia #Jean Wylys diz: “O prefeito de Ariquemes, Thiago Flores - Prefeito, decidiu, em conjunto com os vereadores do estado de Rondônia, recolher livros didáticos para retirar as páginas que ensinem sobre o respeito à diversidade sexual e de gênero antes de disponibilizá-los para as escolas...”

O deputado ainda afirma que os livros foram aprovados pelo #MEC (Ministério da Educação), que passaram por uma rigorosa seleção, feita por uma equipe capacitada na área de educação.

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Mais uma vez, ele disse que além de violar o direito à educação, o prefeito e os vereadores também desrespeitam os profissionais da educação e que decisões retrógradas como essa tomada pelo poder público de Ariquemes, só ajudam a agravar a violência nas escolas, utilizando-se de uma pesquisa no site da ABLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

Muito indignado com a decisão que irá recolher os livros, o deputado Jean Wyllys chega a dizer: “Esta decisão é o triunfo da estupidez e da ignorância".

O vereador Amalec da Costa (PSDB), afirmou que tais assuntos deveriam ser abordados pelos pais dos alunos e não nas salas de aula, ainda mais por se tratar de crianças. Segundo ele, assuntos como esse tem apoio da população brasileira: "Acredito que cerca de 90% da população do município seja defensora da família tradicional, sendo assim, o pai e a mãe que devem levar essa primeira informação aos seus filhos..." disse o vereador.

O deputado, que é um dos líderes do movimento LGBT, há tempos vem travando batalhas em favor das minorias ativistas.

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Jean Wyllys ainda responde um processo no conselho de ética da câmara dos deputados, por ter cuspido no deputado federal Jair Bolsonaro (PSC). #Jair Bolsonaro