O ex-publicitário Marcos Valério encontra-se preso, por vários crimes no processo que foi conhecido como "mensalão". Esse escândalo explodiu em 2005 e levantou investigações sobre a "compra de congressistas", para que pudessem votar de acordo com os interesses do governo. Naquela época, o Brasil era administrado pelo ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Marcos Valério acabou sendo condenado a mais de 38 anos de prisão no processo que envolve o Mensalão do PT", através de julgamento realizado no Supremo Tribunal Federal.

Acordo de colaboração

O ex-publicitário Marcos Valério corre contra o tempo para que seja bem sucedida a tentativa de se firmar um acordo de colaboração premiada , acarretando na homologação juntamente à Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, com o intuito de que o acordo seja agilizado com pressa.

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O advogado do operador do Mensalão do PT e do PSDB, cerca de 48 anexos de delação premiada de que o ex-publicitário está se propondo a concretizar, juntamente ao Ministério Público de Minas Gerais.

Além disso, serão entregues documentos inéditos que esclarecem o escândalo do Mensalão do PSDB, através de um esquema de desvios de recursos públicos para que se viabilizasse a reeleição ao governo de Minas, do então governador Eduardo Azeredo, durante o ano de 1998. Vale ressaltar que o tucano já foi condenado a mais de vinte anos de prisão nesse caso respectivo, porém, sempre recorre em liberdade. O advogado de Marcos Valério, Jean Robert Kobayashi Júnior, declarou que intenção é conseguir assinar um acordo de colaboração com o Ministério Público mineiro, antes de que o caso seja tratado com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

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Um dos motivos que podem sacramentar a assinatura do acordo de colaboração de Marcos Valério com o MP, é o fato de que Valério possui provas contra políticos envolvidos na Operação Lava-Jato. A Lava-Jato é a maior operação de combate à #Corrupção, atualmente no Brasil e é comandada em primeira instância pelo juiz Sérgio Moro, a partir da Justiça Federal do Paraná. Segundo a defesa de Valério, são cerca de 200 páginas em que 50 autoridades e políticos de São Paulo, Minas Gerais, Rio e Brasília, são mencionados nos anexos. #Lava Jato #Petrolão