Nesse dia 4, quarta-feira, o PSDB publicou em seu site oficial um jogo da memória virtual com o intuito de criticar o Partido dos Trabalhadores, apontando que o mesmo deixou um legado que "faz mal para o Brasil", nos 13 anos em que esteve no governo.

Ao acessar o site do #PSDB, logo é apresentado o jogo afirmando que "o governo petista foi marcado por escândalos de corrupção e incompetência". Chamado de "Legado do PT - Para Nunca Mais Ser Esquecido", o jogo da memória mostra uma foto dos ex-presidentes Lula e Dilma e depara-se com oito peças de jogo da memória para que encontrem seus pares. As figuras do jogo acompanham textos que apontam desvio de 300 bilhões de reais nas contas públicas, problemas com saúde, segurança e educação nacional, mais de 12 milhões de brasileiros desempregados e 5 mil obras estagnadas em todo o país.

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Ao fim da partida, o PSDB parabeniza o jogador e emite a mensagem: "O que está em jogo é o futuro do país. Agora que você já reforçou a sua memória, compartilhe o jogo com seus amigos. Quanto mais gente jogar, mais gente vai lembrar!", conclui.

O jogo é parte de de uma estratégia do partido para as eleições presidenciais de 2018, onde o senador Aécio Neves (MG) virá a concorrer com, entre outros candidatos, o ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva. Parte dos investimentos do PSDB têm sido no reforço do apoio ao presidente Michel Temer e na "superação" da administração do #PT. Nessa segunda-feira, dia 2, Aécio Neves publicou um artigo trazendo a virada de ano como um recomeço após a "tormenta" da crise nacional.

Os esforços em preparação para as eleições presidenciais de 2018 não são em vão: nas eleições de 2014, o candidato do PSDB, Aécio Neves, chegou ao segundo turno contra #Dilma Rousseff, que foi reeleita presidente da República por pouco mais de 51% dos votos válidos.

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Aécio, com 48,3% dos votos, ficou em segundo lugar. Com a reeleição da candidata petista, o ciclo de governo do PT teria chegado a 16 anos, não fosse o impeachment que ocorreu em 2016, trazendo o vice-presidente de Dilma, Michel Temer, do PMDB, ao cargo.