A atual gestão da #prefeitura de #Jarinu começou o início de ano herdando uma calamidade financeira de 46 milhões de reais, sem poder creditar o pagamento de salário e férias de janeiro aos funcionários do município em tempo hábil, que seria o quinto dia útil do mês. A prefeita Eliane Lorencini, através do departamento de finanças, descobriu que foi realizado repasse da repatriação enviada pelo Governo Federal, no dia 30 de dezembro de 2016, porém o ex-prefeito utilizou essa verba para pagar parte de fornecedores, sem deixar caixa para pagar os funcionários e muitos outros fornecedores de todas as áreas. Metade do pagamento dos funcionários públicos municipais foi feito dia 12 de janeiro e a outra no dia 18 de janeiro deste ano.

Publicidade
Publicidade

Alguns dias atrás, na rede social Facebook, circulou imagens de cópias de cheques emitidos pelo ex-prefeito Vicente Candido Teixeira Filho pagando seu próprio salário e do ex-secretário de finanças, Uesley Inácio da Silva, no dia 29 de dezembro de 2016. Ou seja, o ex-prefeito pagou seu salário e de seu secretário, mas deixou de pagar o salário de parte dos funcionários da Prefeitura de Jarinu.

De acordo com as medidas judiciais tomadas em casos semelhantes, a Justiça pode determinar o caso como improbidade administrativa, firmando quebra de sigilo fiscal, bancário e bloqueio de contas dos envolvidos. Ainda de acordo com o relato de funcionários, houve atraso de pagamento de 13° salário e mudança brusca de data de pagamento em outubro de, do primeiro dia útil do mês para o 5° dia útil, além de não haver efetivado o repasse dos empréstimos consignados dos funcionários públicos às instituições financeiras, o que culminou em diversas cartas e ligações de ameaça de inscrição de nomes de funcionários em cadastros de proteção ao crédito.

Publicidade

A Prefeitura de Jarinu está investigando o caso e afastando possíveis envolvidos. Conforme comunicado emitido pela atual gestão do município, até março o pagamento dos funcionários estará regularizado, com pagamento sendo quitado no 1° dia útil do mês seguinte.

A revista "Isto é" publicou um desafeto de Cármen Lúcia por Sérgio Moro

Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), fez um pedido inusitado #2017