O presidente do Brasil, #Michel Temer, começou a pensar nos possíveis nomes para o lugar do ministro do Supremo Tribunal Federal (#STF) Teori Zavascki, que morreu nesta quinta-feira (19), vítima de um acidente aéreo. Não será uma tarefa fácil para o presidente. na manhã desta sexta-feira (20), Temer recebeu dois ministros, em audiências separadas, ambos são cotados para a cadeira de Teori. Primeiro ele recebeu o ministro da #Justiça, Alexandre de Moraes e depois, mais tarde, a ministra Gracie Mendonça, da Advocacia-Geral da União (AGU).

A escolha de alguém que tenha um perfil adequado para as funções da Corte é muito bem estudada por Temer.

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Ele pediu conselhos para a ex-ministra do STF, Ellen Gracie, que é sua amiga. Eles se reuniram nesta manhã e conversaram sobre o fato. A ex-ministra disse que o Brasil perde muito com a morte do ministro. "Nós éramos como irmãos. Ele era um exemplo para a magistratura brasileira", disse Ellen.

De acordo com Ellen, a Suprema Corte cuidará bem de quem ficará com a relatoria dos casos da Operação Lava Jato.

O terceiro nome

Além de Alexandre de Moraes e Grazie Mendonça, o terceiro nome que está na mira de Temer é o do ex-procurador do Ministério Público de São Paulo, Luiz Antonio Marrey.

Temer busca indicar alguém que tenha perfil "técnico" e "apartidário", para que ninguém fale depois que o governo escolheu tal pessoa,apenas para tentar se livrar da Lava Jato. O presidente não quer causar essa desconfiança.

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Novo ministro

O novo ministro, que entrará no lugar de Teori, poderia assumir a relatoria da Lava Jato, embora existam informações de que, a presidente do STF, Cármen Lúcia recorra a uma solução interna e faça sorteio na 2° Turma.

Se Temer for consultar o povo, o nome escolhido por eles seria o do juiz federal Sérgio Moro. Ontem, após confirmada a morte do ministro, milhares de comentários e postagens pediam que Moro fosse o indicado. Porém, caso Moro fosse o escolhido, a Operação Lava Jato poderia ser prejudicada e o juiz não poderia mais julgar os crimes cometidos por Lula e nem por Cunha.