Uma segunda etapa de delações está sendo preparada para esse ano de 2017. O Supremo Tribunal Federal (STF) está encarregado de receber as delações. Três políticos possuem nas mãos provas e declarações capazes de assustar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tirar o seu sono. Estamos falando do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, do ex-ministro Antonio Palocci e do ex-deputado Eduardo #cunha.

Léo Pinheiro poderá fornecer informações dos financiamentos privados do ex-presidente, como por exemplo, o triplex do Guarujá. O ex-ministro Antonio Palocci deverá explicar para a Polícia Federal todos os procedimentos e ações que ele tomou para que a propina da empreiteira #Odebrecht chegasse até #Lula.

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O intermediador foi Palocci e ele sabe como foi feito todo o esquema.

Inimigo do PT

E temos também o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha. O ex-deputado conseguiu "derrubar" e "destruir" o governo da ex-presidente Dilma Rousseff e é um inimigo declarado do Partido dos Trabalhadores (PT). Cunha conseguiu milhões em propina nos governos petistas e isso amedronta Lula. O ex-presidente da Câmara atuou em negócios da Petrobrás que encheram seus bolsos. Além disso, ele conseguiu abrir várias contas no exterior e tudo está sendo investigado pela Operação Lava Jato.

O "pavor" das delações

Cunha também pode encrencar o presidente Michel Temer, o ministro da Casa-Civil Eliseu Padilha e o da secretaria de Privatizações, Moreira Franco. Mesmo eles sendo seus amigos, o ex-deputado quer diminuir sua pena e se livrar da prisão.

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Não podemos esquecer também que ainda tem as delações dos 77 funcionários da Odebrecht. De acordo com o ministro Teori Zavascky, talvez será necessário que alguns delatores das outras empreiteiras voltem a dar esclarecimentos, já que houve executivo que mentiu ou escondeu situações reveladas pela Odebrecht.

Na Lava Jato existe a expectativa que alguns delatores da Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa voltem a dar depoimentos.

Os investigadores querem decifrar o quebra-cabeça da corrupção que assolou a Petrobrás.