Que a classe #Política brasileira pouco faz para melhorar os problemas do país, não é novidade para ninguém. Mas alguns parlamentares, além de não propor coisas úteis, criam projetos de leis absurdos e desnecessários. Veja 4 projetos de lei bizarros criados por parlamentares.

Proibir a abertura de supermercados aos domingos

O povo de Belo Horizonte corre o risco de não poder aproveitar o dia livre para fazer compras. Um projeto criado pelos vereadores Wellington Magalhães (PTN) e Preto (DEM) prevê o fechamento de supermercados aos domingos, sob a pena de multas que variam entre 50 e 100 mil reais em casos de descumprimento.

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Segundo os autores, a justificativa para o projeto seria que "os domingos devem ser usado para ficar com a família e frequentar a igreja".

A associação mineira de supermercados criticou o projeto, alegando que as vendas caíram com a crise econômica e que o fechamento e um dos dias mais movimentados agravaria ainda mais a situação.

Mesmo sendo absurdo, o projeto foi aprovado em primeiro turno na câmara de vereadores, contando com o apoio de 28 parlamentares. O segundo turno da votação ainda não aconteceu.

Proibir a fabricação de cervejas com sabor adocicado

O deputado federal Mário Heringer (PDT) resolveu propor a proibição da fabricação de cervejas adocicadas. Segundo ele, esse tipo de produto poderia "incentivar que as crianças consumissem bebidas alcoólicas". O projeto está em tramitação na comissão de seguridade social e familiar, no congresso nacional.

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Proibir a "marca da besta"

Teorias conspiratórias que circulam na Internet afirmam que para que a implantação da nova ordem mundial seja bem sucedida, chips serão implantados sob a pele dos habitantes da Terra, a fim de controlá-los completamente.

Pensando nisso, o vereador Carlos Araújo (PSD) criou um projeto de lei proibindo a implantação de qualquer dispositivo eletrônico em seres humanos. Evangélico, o vereador diz ter a Bíblia como base para o projeto, e alega que "os que receberem o chip não entrarão no céu".

Proibir críticas à políticos na Internet

O deputado federal baiano Cláudio Cajado (DEM) quer acrescentar a proibição de críticas à políticos ao texto do marco civil da Internet. Criar páginas satíricas com o nome de parlamentares também passaria a ser considerado uma infração. Apoiando Cajado, o deputado federal Silvio Costa (PSC) criou um projeto de lei que sugere a coleta de dados dos usuários. Assim, todas as postagens e comentários feitas em sites, redes sociais e fóruns de discussão teriam o autor identificado. Seria o fim da privacidade online. #Curiosidades #Polêmica