A morte da ex-primeira-dama, Marisa Letícia, foi assunto durante toda a semana passada. Após o velório, as polêmicas prosseguiram, principalmente por conta das atitudes de seu marido, o ex-presidente Luís Inácio #Lula da Silva, que fez um discurso político e engajado durante a cerimônia fúnebre de sua companheira.

O escritor e palestrante #Augusto de Franco, em postagem em seu perfil no Facebook, afirmou que “só um psicopata teria coram de fazer o que Lula fez. Instrumentalizar a morte da própria esposa para a luta #Política. É pavoroso”. A declaração repercutiu rapidamente e polemizou ainda mais a morte da ex-primeira-dama.

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Inicialmente, Lula foi orientado a não se manifestar politicamente durante o velório, mas, contrariando a vontade do partido e de seus colegas mais próximos, acabou fazendo um discurso duro e engajado durante a cerimônia, o que causou espanto e acirrou as discussões sobre o cenário político do país.

Morte gerou muitas manifestações

O falecimento de Marisa transformou-se em uma verdadeira guerra ideológica, entre simpatizantes do PT e seus oponentes, e provocou manifestações das mais diversas, não só entre os internautas, mas também entre políticos renomados e outras figuras públicas. Muitos articulistas e jornalistas se dedicaram a escrever sobre o assunto, com diversos pontos de vistas diferentes a respeito.

Sobre a postagem de Augusto de Franco, o ex-presidente não se manifestou oficialmente e o partido também não emitiu nota oficial.

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Entretanto, a repercussão foi imediata e a postagem foi compartilhada milhares de vezes nas redes sociais, aumentando a polêmica sobre o comportamento de Lula, que se coloca como pré-candidato às eleições de 2018.

Segundo os opositores do político, usar a morte da esposa como mote eleitoral é apenas mais uma das ações reprováveis do ex-presidente e de seu partido, fortemente afetado pelas investigações da Operação Lava Jato - responsável pela descoberta do maior escândalo de corrupção do país e que levou para a prisão diversos membros do Partido dos Trabalhadores, o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), além de empreiteiros e empresários renomados.