Em entrevista à revista #Veja, o deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC) comentou sobre algumas das polêmicas frases atribuídas a si na mídia, confirmando e justificando algumas e também desmentindo outras.

No artigo, intitulado "#bolsonaro: de acusado de terrorismo a fenômeno da internet", Thaís Oyama, da revista Veja, comentou: "O deserto político é tão devastador que até o deputado Jair Bolsonaro, antes mero peão da direita baixo clero, é estrela da internet e saudado como 'mito'". Comentando sobre o apoio que o pré-candidato à presidência tem na internet e sobre as recepções calorosas que o político recebeu este ano em aeroportos, a jornalista apresenta o vídeo da reportagem de Marcela Mattos, que pode ser assistida na íntegra com a compra da edição da semana da revista.

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Veja abaixo algumas das frases comentadas por Bolsonaro

"O grande erro da ditadura foi torturar e não matar."

Bolsonaro explica: "Nós fomos tão acusados de ser torturadores que no fragor da disputa falei isso mesmo. Afinal de contas, né, os que estão vivos por aí estão presos, ok? Falei isso, logicamente não foi de coração. Matar? Não, contra isso daí. E contra a tortura também. Mas, no fragor do debate, dadas as calúnias da esquerda, em certo momento proferi essa frase sim."

"Eu seria incapaz de amar um filho homossexual. Prefiro que um filho meu morra em um acidente a que apareça com um bigodudo por aí."

Bolsonaro: "Isso aí foi no fragor de uma briga em Brasília contra o kit gay, porque a esquerda não debatia comigo a questão do material escolar que era verdade, tentaram deturpar a questão.

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Em dado momento eu realmente falei isso."

"A PM deveria ter matado 1000 e não 111 presos (no Massacre do Carandiru)"

Bolsonaro: "Primeiro que eu não considero um massacre, pra mim aquilo foi legítima defesa. No meu entender, o preso só tem um direito: O de não ter direito. Proferi isso? Sim. Não tenho qualquer piedade com quem está encarcerado e cometeu todo tipo de abuso e atrocidade com outro cidadão de bem. Não desejo que eles morram, mas se morreram 111 pra mim ou se viessem a morrer 1000, pra mim era a mesma coisa."

Você pode assistir ao vídeo completo abaixo: #Bolsonaro2018