Em uma entrevista para a Rádio Cultura AM, de Campo Grande, o cantor Amado Batista falou sobre política e corrupção no Brasil. Aos 65 anos, Amado Batista é um dos mais famosos e bem sucedidos músicos brasileiros, com músicas conhecidas como Princesa e Meu Ex Amor.

Durante a entrevista, Batista fez duras críticas a artistas do seu meio, como #Chico Buarque, Jô Soares, Ivete Sangalo e Cláudia leite por captarem recursos da #Lei Rouanet. Segundo ele, não houve a necessidade de receberem incentivo financeiro da lei federal de incentivo à cultura. Ainda na mesma entrevista, o cantor disse apoiar o deputado federal e pré-candidato à presidência em 2018, Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ).

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Batista disse que o Brasil precisa de um presidente de "pulso firme" e que tenha credibilidade, além de ser um homem do povo, "uma pessoa como nós". Exemplificando estas características, o cantor citou Jair Bolsonaro. Ainda, ele disse que não basta votar no parlamentar, mas também naqueles que o apoiam e disse ter certeza de que, se #bolsonaro for eleito presidente, não será um governo corrupto. Quanto à corrupção, Amado Batista disse ser o principal problema do Brasil e que, do ponto de vista econômico, o país vai bem. Ele comparou a atual inflação com a da época do governo Sarney, em 1985-1990, e disse que, sem dúvidas, poderíamos estar muito pior. Batista estimou que 90% dos políticos brasileiros estejam envolvidos com esquemas de corrupção e que o motivo pelo qual o Brasil não consegue superar este problema é pelo fato de que os próprios políticos criam leis para garantir a sua impunidade.

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Em crítica a Chico Buarque, Batista fez críticas pessoais ao discurso do músico. De acordo com ele, é uma contradição Chico, nas palavras de Batista, "não gostar do nosso país", defender figuras como Fidel Castro e o governo cubano, mas aceitar dinheiro da Lei Rouanet. De acordo com Amado Batista, essa lei deveria servir para ajudar as pessoas desempregadas e em necessidade, e é uma pena que seja legal a captação desses fundos para músicos que "não precisam disso". O deputado agradeceu o apoio em sua página no Facebook.