Em janeiro, #Eike Batista foi preso em uma das operações da #Lava Jato. O empresário foi encaminhado à Cadeia Pública Bandeira Stampa, conhecida como Bangu 9, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do rio de Janeiro. É possível que ele enfrente uma pena de pelo menos 20 anos se sua defesa não começar a articular planos para reduzir seu tempo de pena.

Antes de sua confissão sobre os esquemas com Sérgio Cabral, os advogados de Eike afirmaram que não haveria a possibilidade de uma delação, mas agora a situação do empresário mudou.

Eike confessou ter repassado milhões de dólares a Sérgio Cabral, que na época era governador do Estado do Rio de Janeiro.

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Além de esquemas de passe de dinheiro com a #Política, Eike também está respondendo por uma falsa venda de mina de ouro.

A defesa do empresário já mencionou a possibilidade de haver uma delação premiada da parte de Eike na tentativa de diminuir os especulados 20 anos de prisão. E foi dito que sua única chance será um acordo junto ao Ministério Público para haver as delações.

Acredita-se que Eike tenha bastante conhecimento sobre grandes nomes da política, como os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, por ele já ter sido citado em outras delações, afirmando que o empresário participou de grandes esquemas de corrupção envolvendo a Petrobras na época do governo petista. Isso faz com que ele tenha uma boa chance de conseguir uma recompensa considerável devido a delações.

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Além da Petrobras, também forma citados BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e a Caixa Econômica Federal, ditos como fonte de financiamento. Também foi dito que o empresário pagou as dívidas de campanha da época do Partido dos Trabalhadores (PT) em troca de financiamentos do BNDES.

Apesar dele também ter participado de grandes esquemas com o ex-governador do Rio Sério Cabral, seus advogados acham que não conseguirão muita coisa dando detalhes sobre o peemedebista, justamente por ele já estar envolvido em quatro ações penais. O que faz de José Dirceu e Guido Mantega (ministros na época petista) e José Carlos Bumlai (amigo de Lula) os alvos de possíveis delações de repasse de dinheiro.