O polêmico e duro deputado Jair Bolsonaro (#PSC-RJ) teve sua privacidade "supostamente" invadida por um fotógrafo que publicou, no Facebook, imagens de uma conversa particular no WhatsApp entre ele e o filho, que também é deputado, Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), de 32 anos. Nas imagens ele é identificado como "Dudão".

Bolsonaro promete processar o fotógrafo autor das fotos e a princípio disse que não iria se pronunciar sobre o conteúdo publicado na internet. Entretanto mudou de ideia e postou em seu perfil no Facebook uma explicação sobre toda a história, e explicou em vídeo conjunto com Eduardo que a resposta não era para a imprensa e sim para os eleitores de ambos, que mereciam uma explicação sobre o fato.

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Já o fotógrafo Lula Marques, que publicou as imagens, conforme pode ser visto abaixo, afirmou que as fotos foram tiradas no dia 2 de fevereiro, dia da eleição para presidente da #Câmara dos Deputados. Segundo o fotógrafo, Bolsonaro, que teve apenas 4 votos, não teve nem o voto do próprio filho que estava em viagem pela Austrália (fato confirmado por Eduardo). Eduardo se defendeu afirmando: "Vacilo meu. Errei a data da votação".

A postagem que mostrava Bolsonaro dizendo que ia visitar o filho na papuda foi retirada do ar pelo Facebook, restando a publicação abaixo na qual Jair tem um diálogo duro com o filho. Lula Marques, em entrevista ao jornal EXTRA, garantiu que jamais teve a intenção de fotografar a intimidade de Bolsonaro, mas ao rever as fotos identificou o material e resolveu publicar. Garante que as fotos deram-se pelo fato dele ser candidato e Lula estar em busca do melhor ângulo do deputado.

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Lula ainda disse, sobre a possibilidade de um processo, que torce para que aconteça, pois ficará exposto para todos que ele trata o filho como trata mulheres e gays.

Em sua defesa os Bolsonaros publicaram o vídeo abaixo, esclarecendo a circunstância em que o diálogo foi fotografado, explicando todos os fatos. Já Eduardo afirmou que realmente errou com o pai por ter perdido a data de votação, mas que teria seu salário descontado. De qualquer maneira, Bolsonaro disse que iria processar o fotógrafo por invasão de privacidade.