O deputado federal Paulo Martins luta contra o benefício dos presos em receber visitas íntimas nos presídios, levando em consideração que muitas vezes essas visitas apresentam finalidade imprópria. Com isso, ainda afirma que #Presídio não é motel.

Verifica-se que muitas mulheres de presos são utilizadas para transmitir informações de presidiários para o meio exterior e vice-versa. De acordo com Paulo, as pessoas de uma forma geral tendem a ser mais flexíveis sobre o assunto, haja vista que temem retaliação de quem não concorda com a medida de cortar visitas íntimas. Inicialmente a liberação de visitas íntimas foi criada com a finalidade de promover a ressocialização de infratores, todavia, com o decorrer do tempo o objetivo pretendido com a liberação foi alterado.

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Polêmica envolvendo visitas íntimas

Devido ao fato de muitas visitas estarem sendo realizadas com interesses obscuros, alguns parlamentares buscam maior rigor e controle com relação ao assunto, haja vista que a criminalidade tem aumentado com a ação. Nesse sentido, alguns presos conseguem controlar atividades criminosas dentro da cadeia, pois utilizam mulheres infiltradas com o objetivo de passar informações para grupos criminosos.

Destarte, no ano de 2016, outro deputado criou um projeto de lei que regulamentava visitas íntimas dentro do presídio, sendo o Projeto de Lei número 4343/2016, de autoria do deputado Átila A. Nunes (PSL/RJ), o objetivo era regulamentar visitas para presos do regime fechado ou semiaberto. Buscando fundamento legislativo para a ação, Átila afirmava que o direito à visita íntima não está previsto em lei, ainda dizia que não existem regulamentações claras quanto a questão, o que há são “critérios subjetivos”.

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Ante o exposto, a falta de regulamentação legislativa fez com que houvessem problemas, haja vista que não houve uma planejamento legislativo regulando sobre o assunto elencado. Assim, parlamentares querem criar dispositivos legislativos rigorosos que não permitam facilitação de mensagem entre pessoas presas com criminosos soltos. #Política