Em publicação da sua página oficial no Facebook, a ex-presidente Dilma Rousseff (#PT) convocou mulheres brasileiras a fazer greve contra os avanços do conservadorismo. A postagem, feita no dia 8 de fevereiro, anunciava a proposta de uma greve internacional para dali a um mês, ou seja, dia 8 de março, que é Dia Internacional da Mulher.

Segundo Dilma, a marcha proposta está de acordo e em sintonia com os diversos movimentos feministas e trabalhistas liderados por mulheres ao redor do mundo e exemplificou com o movimento "Ni Una a Menos", ocorrido na Argentina, e também uma convocação de greve feminista nos Estados Unidos.

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Além dos exemplos citados pela ex-presidente, ocorreu recentemente a 'Marcha das Mulheres' em Washington DC, EUA, no dia da posse do atual presidente americano Donald Trump.

Dilma mencionou que o "governo ilegítimo" está tomando iniciativas que evidenciam o retrocesso, e exemplificou: Aprovação de teto de gastos por 20 anos para diversas áreas, como saúde, educação, segurança pública, cultura e outros. Criticou também as reformas da Previdência e Trabalhista, salientando que, ainda que estas afetem toda a população, as mulheres "chefes de família" serão as mais atingidas. Ela concluiu que essas medidas implicarão em perdas para milhões de mulheres brasileiras.

Por isso, disse ela, mulheres de todas as etnias, matrizes religiosas, posicionamentos políticos e diversidades sexuais devem aderir à greve internacional.

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No ano passado, #Dilma Rousseff participou da chamada 'Marcha das Mulheres pela Democracia', no Rio de Janeiro. A marcha, que tinha como propósito se opor ao governo Temer e ao impeachment da presidente, contou com a presença de militantes, sindicalistas e ativistas. No evento, a petista discursou e recebeu apoio dos participantes, com gritos de "volta, querida" e acusações de golpe contra Michel Temer e outros políticos que apoiaram o processo de impeachment, que começou em dezembro de 2015 e concluiu-se em agosto de 2016.

Leia a publicação abaixo:

#Trump