O ex-presidente da Câmara dos Deputados, #Eduardo Cunha, que está preso no Complexo Médico-Penal, na região de Pinhais, na Grande Curitiba, no Paraná, tem dado sinais de que anda muito preocupado na prisão. Cunha está preso já há vários meses, por acusações de crimes de corrupção e enriquecimento ilícito. Cunha foi uma foi dos grandes responsáveis por ter dado prosseguimento ao processo de impeachment da ex-presidente da República, Dilma Rousseff. Naquela época, o deputado carioca, era o presidente da Câmara Federal e tinha o comando da Casa Legislativa, inclusive, com um grande número de deputados em sua base aliada, o que lhe convertia, na maioria das vezes, em votos favoráveis em suas pautas, quase sempre contrárias às pautas esquerdistas.

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Hoje, preso no âmbito da Operação Lava-Jato, o deputado ainda não se decidiu se deveria tentar firmar um acordo de colaboração premiada com a força-tarefa. A Lava-Jato é a maior operação de combate à corrupção em curso no Brasil e apura desvios bilionários provenientes dos cofres públicos da maior estatal brasileira; a Petrobras. As investigações são conduzidas a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba e são comandadas pelo juiz Sérgio Moro.

Cunha preocupado

O ex-deputado Eduardo Cunha está preocupado com sua situação na prisão. O seu grande receio, é que o Complexo-Médico Penal, sofra algum tipo de rebelião e acabe colocando sua vida em risco. Essa situação o deixa "inquieto". Além disso, o ex-deputado também acredita que em uma eventual rebelião, o risco também se estenderá a outros presos da Lava-Jato, como o ex-ministro petista, José Dirceu.

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As preocupações de Cunha vieram à tona a a partir do momento em que foram deflagradas diversos motins em prisões de todo o país, principalmente nas regiões Norte e Nordeste. Outro motivo que tira o sono de ex-deputado, é o julgamento de seu caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Embora ele apresente grande esperança de que será solto na mais alta Corte, se caso isso não vier a se concretizar, ele acredita que terá mesmo que aderir à delação premiada, por se sentir "abandonado" no universo político nacional. #SérgioMoro #Lava Jato