Na manhã da última segunda-feira (30/01), o mega empresário e ex-homem mais rico do Brasil, #eike Batista, foi preso pela policial federal, em uma das fases da operação Lava-jata. Eike sempre apareceu ao lado de políticos, como a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (que agora encontra-se preso).

Eike Batista prestou depoimento à #Polícia Federal, na terça-feira (31/01), confessando que repassou US$ 16,5 milhões para o ex-governador do estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Segundo o empresário, foi o repasse foi por meio de Marcelo e Renato Chebar, dois irmãos doleiros. Eike está envolvido também numa falsa venda de mina de ouro.

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Ele permaneceu na sede da PF durante 3 horas e 45 minutos.

Fernando Martins, advogado de Eike, havia afirmado que não havia possibilidade do empresário fazer uma delação. E após o depoimento, ele não se pronunciou com a imprensa.

O ex-bilionário se encontra no momento na Cadeia Pública Bandeira Stampa, conhecida como Bangu 9, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste da cidade. Ele foi preso nessa segunda-feira (30/01), no Aeroporto Internacionar, logo após ter desembarcado de um voo vindo de Nova York. O empresário não foi levado diretamente para o Bangu 9, mas antes foi para o presídio Ary Franco, em Água Santa, na Zona Norte do Rio. A prisão de Eike foi do tipo preventiva e foi decretada pelo juíz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal.

Após seu depoimento, na saída da superintendência, ele foi escoltado até o carro da Polícia Federal que o levou de volta a cadeia.

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Na saída de Eike da PF, ainda havia curiosos no local, mas não ocorreu nada hostil como na hora em que o empresário chegou. Os procuradores Eduardo El Hage e Leonardo de Freitas - coordenador da força tarefa da #Lava Jato no Rio - já haviam ido embora antes de Eike.

Não foi apenas Eike Batista que deu seu depoimento nessa terça-feira (31/01), também o fez Luiz Arthur Andrade Correia, mas os detalhes do depoimento não foram divulgados.