A Procuradoria-Geral da República (PGR) deve solicitar, nas próximas semanas, a abertura de um inquérito para investigar as denúncias de José Yunes, ex-assessor da Presidência, contra Eliseu #Padilha, ministro-chefe da Casa Civil.

Yunes declarou em entrevista que, em 2014, Padilha o procurou para pedir que o seu escritório recebesse “alguns documentos” - mais tarde, ficou revelado que era dinheiro entregue pelo doleiro Lúcio Funaro, preso pela Lava-Jato e ligado à Eduardo Cunha.

De acordo com a versão apresentada pelo advogado, a PGR entende que é praticamente certo que o Supremo Tribunal Federal (STF) vai dar a autorização para a investigação do homem forte do governo #Temer.

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Yunes pediu demissão em dezembro do governo após ser citado na delação de Cláudio Melo Filho, ex-diretor de Relações Internacionais da Odebrecht. Agora, Yunes diz que serviu como “mula” de Padilha.

Mesmo tendo concordado em receber os “documentos” pedidos por Padilha, Yunes garante que não tocou nos envelopes e nunca soube do seu conteúdo.