O juiz Sérgio Moro já retomou os trabalhos da Operação Lava-Jato, ao retornar de suas férias. Uma das principais ações do juiz federal, foi o agendamento do depoimento da ex-presidente da República, Dilma Rousseff, à força-tarefa. Moro é o responsável em primeira instância da condução da maior operação de combate à #Corrupção, atualmente no Brasil: a Lava-Jato, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná. A Lava-Jato investiga escândalos de corrupção que desviaram bilhões de reais dos cofres públicos oriundos da maior estatal brasileira; a Petrobras.

A decisão de Moro de arrolar a ex-presidente Dilma, tomada nesta quarta-feira, 1.º de fevereiro, tem por base a ação penal que investiga o ex-ministro petista dos governos Lula e Dilma, Antônio Palocci, o empreiteiro Marcelo Odebrecht e mais treze pessoas investigadas.

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Recentemente, a ex-presidente Dilma, esteve fazendo palestras em países europeus, como Espanha e Itália, além de estar acompanhada de assessores e do ex-ministro da Justiça, durante seu governo, José Eduardo Cardozo. Ela ainda proferiu discursos em que continua propagando a mesma "narrativa de golpe".

Depoimento marcado

A ex-presidente #Dilma Rousseff foi arrolada como testemunha de defesa do empreiteiro Marcelo Odebrecht, ex-dono da maior construtora do país, a Odebrecht. Vale ressaltar que Marcelo já teve eu processo de delação premiada homologado pela ministra que é presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia. O depoimento de Dilma Rousseff foi agendado pelo juiz Sérgio Moro e está marcado para a data de 24 de março, às 14 horas. O depoimento será realizado através de videoconferência, diretamente de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

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Anteriormente, a ex-mandatária já havia sido arrolada como testemunha de defesa de Marcelo Odebrecht em um outro processo da Lava-Jato, mas como naquela época, ela se encontrava afastada da Presidência, devido ao seu processo de impeachment no Congresso, ela pôde exercer o seu depoimento por escrito, já que a lei permitia essa possibilidade às autoridades. Entretanto, Marcelo Odebrecht acabou desistindo de arrolar Dilma como testemunha naquele período e o juiz Sérgio Moro, acabou aceitando o cancelamento. #Lava Jato