O ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva está enfrentando diversos processos pela Operação #Lava Jato. Ele é réu em cinco vezes ações originadas por três operações diferentes. A situação do ex-presidente está crítica e, com a morte de sua mulher Marisa Letícia no dia 3 de fevereiro, os advogados do ex-presidente protocolaram petição em que solicitaram o adiamento das audiências de testemunhas de defesa, mas o pedido foi negado. O Instituto Lula também está em investigação, tendo como réu o presidente da instituição.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) irá prestar depoimento nesta quinta-feira (9) como testemunha de defesa em processo contra Paulo Okamoto, que é presidente do Instituto Lula.

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O processo envolve também o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O depoimento de FHC será feito por videoconferência.

Okamoto responde por um processo que investiga a transferência de acervo presidencial do ex-presidente Lula. O processo investiga se ocorreu manuseio de recursos ilícitos, doados pela empreiteira OAS, para aguaritar, com o término dos mandados de Lula, utensílios e presentes doados a ele no decorrer de seu mandato.

Os procuradores da República afirmam que a construtora pagou despesas em torno de R$ 1,1 milhão com a armazenagem do acervo. Eles sustentam que toda essa quantia foi referente a suposta propina da OAS a Lula, que foi denunciado em setembro do ano passado por corrupção e lavagem de dinheiro.

Okamotto não tem apenas um processo em suas costas. O presidente do instituto também está respondendo por lavagem de dinheiro.

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Segundo os investigadores, ele estava no comando da armazenagem dos produtos. A Polícia Federal descobriu em março de 2016 todos esses presentes que Lula recebeu durante seu tempo na presidência. A descoberta foi feita durante a Operação Alethea, que é um desdobramento da Operação Lava Jato.

"Se o acervo do ex-presidente FHC foi beneficiado pela Lei Rouanet, significa que o Ministério da Cultura do governo Lula reconheceu a importância histórica dos acervos presidenciais", argumenta o advogado Fernando Augusto Fernandes, defensor de Okamotto . Segundo ele, "todas as construtoras apoiaram a Fundação FHC". #Política