O empresário milionário e já considerado o homem mais rico do Brasil, #Eike Batista, foi preso nesta última segunda-feira (30), pela Polícia Federal. Na volta de uma viagem feita para Nova York, o empresário que já estava considerado foragido há 3 dias, foi pego por policiais ainda no aeroporto do Rio de Janeiro. Um desdobramento da operação #Lava Jato, a operação Eficiência, decretou cadeia para Eike.

Logo após a notícia de que Eike seria preso, as gravações sobre de um filme que contará a história da operação Lava Jato, foram barradas. O filme "Polícia Federal - A Lei é para Todos" teve suas filmagens desta semana suspensas, Eike seria um dos investidores da obra.

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O filme conta com um elenco que inclui os atores Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Flavia Alessandra, o objetivo é mostrar como funcionou as buscas da operação Lava Jato, investigações que marcaram o país por colocar na cadeia grandes nomes da sociedade, incluindo políticos e empresários, e agora, até mesmo, um dos investidores do filme, Eike Batista.

Acusações contra Eike Batista

O milionário é acusado de participar de um esquema corrupto com o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Eike teria repassado uma quantia de aproximadamente R$ 52 milhões para Cabral em contas de terceiros. Um contrato de fachada foi utilizado para dar legalidade na operação, mostrando que houve uma compra de uma mina de ouro, mas que na realidade nunca existiu.

Quem ajudava Eike nos trâmites da operação corrupta era Flávio Godinho, considerado o "braço direito" do empresário.

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Godinho foi preso na quinta-feira (26), ele é vice-presidente do Flamengo e também executivo de uma das empresas de Eike, a EBX.

Quando abortado por jornalistas, Eike ainda disse no aeroporto do Rio que iria "responder para a Justiça", e que iria "contar sobre as coisas", ele avaliou que isso é o seu dever como cidadão.

Eike sempre financiou campanhas eleitorais de grandes partidos, e o filme da Lava Jato era um dos projetos no qual ele se tornou investidor. #Corrupção