Ainda são nebulosas as causas do acidente aéreo que vitimou Eduardo Campos e mudou os rumos da corrida presidencial em 2014, e a cada nova fase da investigação, que segue sob segredo de Justiça, novas teorias alimentam a tese de que não se tratou de uma mera fatalidade. Novos envolvidos ouvidos no caso levaram a Polícia Federal a deflagrar uma nova etapa dos trabalhos, batizada de “Vórtex”, em que uma empresa até então não citada nos autos ganha papel de destaque e compromete até mesmo a principal vítima da tragédia.

A investigação apontou que a empresa proprietária da aeronave repassou a mesma para outra companhia, isso dois dias antes do acidente fatal.

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A transação seria considerada normal e apenas uma coincidência, se a empresa em questão não estivesse envolvida em doações para diversos políticos do Nordeste, entre eles, Eduardo Campos, que foi governador do Estado de Pernambuco.

Dúvidas só serão sanadas com o fim das investigações

Com o passar do tempo, o caso perdeu força e as investigações saíram dos noticiários diários, entretanto, segundo a própria Policia Federal, as novas investigações podem dar um outro rumo ao caso, já que novas testemunhas deverão ser ouvidas e novos desdobramentos não estão descartados. Para grande parte da população, o envolvimento de uma empresa próxima a Eduardo Campos deve ser investigado e os responsáveis devidamente punidos.

Os indícios de sabotagem ou de outros elementos que podem ter causado a queda do avião só serão conhecidos ao final de todas as investigações e com a conclusão do inquérito, e até lá, a cada nova descoberta, novas teorias e suposições serão agregadas ao caso que comoveu a nação e interferiu diretamente na vida #Política do país.

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Vale lembrar que a morte de Campos levou sua vice, Marina Silva, a disparar nas pesquisas eleitorais logo após o acidente e a sua oficialização como candidata da coligação, entretanto, essa tendência não se confirmou no pleito e a ex-senadora sequer alcançou o segundo turno das eleições de 2014. #2017