Segundo general da Polícia Federal, as investigações que apontaram crimes de #Corrupção passiva ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), são partes de conclusões que estão "saindo do forno". Em exclusividade, a PF revelou mensagens trocadas com o ex-presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro e Maia, na qual negociavam propina no valor de R$ 1 milhão. O dinheiro que a PF afirma ser ilícito, foi colocado com uma fraudulenta "doação" a campanha eleitoral do pai de Maia, César Maia.

Baseando-se em várias fases da operação, há novos dados que ainda podem ser revelados, “Quem já estava descansando, achando que tinha escapado, pode se preparar”, quem avalia é um dos membros do grupo de investigação da #Lava Jato.

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O objetivo agora é juntar dados das fases anteriores e abrir novos inquéritos apontando mais culpados. A PF estaria concluindo alguns dados para trazer à tona.

A operação Lava Jato ganhou grande notoriedade quando colocou na cadeia nomes poderosos da sociedade, incluindo empresários como Eike Batista, e políticos como o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Investigadores sob pressão

Com a "onda" de grandes investigações e muitos trabalhos, um dos investigadores, o delegado da Polícia Federal, Márcio Adriano Anselmo, disse que vai abandonar seu cargo na operação. Ele explica que está sofrendo com esgotamento físico e mental e isso já leva cerca de três anos. Abandonando de vez a Lava Jato, o delegado assume a Corregedoria da Superintendência da Polícia Federal no Espírito Santo.

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Ele também deixa claro que esse pedido parte exclusivamente dele, não tendo nenhuma influência da administração.

Márcio Adriano foi responsável pela investigação do ex-deputado federal José Janene (PP-PR) que faleceu em 2010, a partir daí, a Petrobrás se tornou alvo da PF. Um dos delegados com mais tempo na Lava Jato, ele afirma que mesmo não sendo mais membro, poderá auxiliar nos trabalhos.

Além de ser o delegado que deu início para a operação, Márcio Adriano conduziu inquéritos contra o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva e colocou na cadeia o herdeiro da empreiteira Odebrecht, Marcelo. #Investigação Criminal