A #Pesquisa de intenção de votos para as eleições presidenciais de 2018, realizada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), foi criticada por não ter simulado o cenário Jair Bolsonaro (PSC) x Lula (PT) no segundo turno.

O candidato do Partido Social Cristão cresceu na intenção de votos e assumiu a terceira posição, ultrapassando os candidatos do PSDB Aécio Neves, no primeiro cenário, e Geraldo Alckmin, no segundo.

A pesquisa CNT/DMA preferiu ouvir eleitores a cerca de um embate praticamente impossível de acontecer no segundo turno, entre #Lula e Michel Temer. O ex-presidente venceria com facilidade.

Mas, afinal de contas, quem venceria o embate entre Luiz Inácio Lula da Silva e #Jair Bolsonaro?

Rejeição

A única forma de tentar compreender como seria o embate Lula x Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais seria analisando a rejeição que cada candidato sofre.

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O instituto Paraná Pesquisa divulgou dados do levantamento que fez entre os dias 12 e 15 de fevereiro, em que ouviram 2.020 eleitores em 146 municípios de 26 estados e do Distrito Federal.

“Qual desses candidatos o Sr(a) nunca votaria para Presidente do Brasil?”. As repostas eram estimuladas e nove nomes foram listados: Lula, Aécio Neves, Michel Temer, Jair Bolsonaro, Marina Silva, Roberto Justus, Geraldo Alckmin, Crio Gomes e Joaquim Barbosa.

Se Bolsonaro chegar ao segundo turno contra o ex-presidente Lula, a chave para a vitória do deputado federal pode estar na rejeição que o petista sofre por parte de 45,7% dos eleitores, que afirmaram que nunca votariam nele.

Esse número elevado contaria muito em uma disputa do segundo turno. Afinal de contas, nessa etapa das eleições os dois candidatos precisam manter os votos que receberam no primeiro turno e agregar outros votos para vencer o pleito.

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Com rejeição elevada, a chance de agregar eleitores diminui.

Jair Bolsonaro nunca seria votado por 17,9% dos eleitores, número bastante inferior ao do possível adversário. Entre os dois estão Aécio Neves, com 25%, e Michel Temer, com 24,4%.

Muita coisa ainda deve acontecer até outubro do ano que vem. Até lá, outras pesquisas serão divulgadas e os dados acima poderão sofrer alteração.