O ministro das relações Exteriores, José Serra, passou um vexame, nesta terça-feira (07). Durante o encontro com o presidente da #Argentina Maurício Macri, o ministro ficou em uma situação embaraçosa quando começou a discursar. De acordo com o colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim, Serra começou o discurso em espanhol, mas foi "cortado" pelo presidente Michel Temer: "Fale em português, que todos vão entender". Segundo informações, ninguém estava compreendendo o espanhol do ministro.

Visita oficial

O presidente argentino Maurício Macri chegou ao #Brasil em sua primeira visita oficial, nesta terça-feira (07). Juntamente com #Temer, Macri posou para fotos e foram depois para um reunião.

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Um dos objetivos desse encontro são os problemas comerciais que existem entre os dois países. A emissão de licenças não automáticas de exportação de produtos brasileiros para a Argentina e outras barreiras impostas serão dialogadas, nesse encontro.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, essa visita de Macri ajudará a promover um "descongelamento" das relações que impedem resultados produtivos para os dois países.

A presidente do Superior Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, também dará as boas vindas ao presidente argentino, no salão nobre da Corte.

Aliança estratégica

O governo da Argentina foi o primeiro a reconhecer o brasileiro, em agosto de 2016. Segundo Macri, foi muito importante a entrada de Temer na Presidência do Brasil, pois os dois possuem semelhanças politicas e econômicas.

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Com o protecionismo demonstrado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Temer e Macri têm grande interesse em aumentar essa parceria e se unirem cada vez mais.

O presidente argentino também visitará o presidente do Senado, Eunício Oliveira e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Michel Temer vê a visita do mandatário argentino como uma retribuição da sua viagem a Argentina, em outubro do ano passado. O Mercosul será um dos assuntos especiais de discussão entre os dois. No primeiro semestre, a Argentina presidirá o Bloco e no segundo semestre, será o Brasil.