O ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva já deixou clara sua pretensão de se candidatar novamente à Presidência da República em 2018. Apesar do grande índice de desaprovação do seu partido, o PT (Partido dos Trabalhadores), o petista se mostrou confiante ao afirmar que terá mais oito anos de presidência pela frente, de 2019 até 2027.

Lula está respondendo a cinco processos diferentes em três operações diferentes, entre eles por crime de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Sempre que surge a oportunidade, o ex-presidente critica a Operação Lava Jato, não deixando passar nem no velório de sua mulher Marisa Letícia, que morreu no dia 3 passado, onde ele fez um longo discurso político sobre como as investigações a estavam deixando estressada.

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Não só o Lula faz críticas a operação, mas há algumas semanas atrás o perfil do PT no Facebook fez uma postagem afirmando que, por causa da Lava Jato, a pobreza e a miséria voltaram a se instalar no Brasil, dizendo que a operação é "antimercado". E a reação dos internautas foi em sua maioria negativa.

E após diversas vezes duvidando da eficácia e parcialidade da operação, o ex-presidente afirmou que em seus próximos oito anos de poder irá criar um projeto anticorrupção, que irá acabar com a corrupção em dois anos.

O ex-presidente disse também que o país não está dividido, apesar de ser isso que parece no nosso dia-a-dia. Ele lembrou que nas regiões do Norte e Nordeste o PT obteve a maior quantidade de votos, e também no Rio de Janeiro e Minas Gerais.

O presidente do PT, Rui Falcão, disse também que o problema da ex-presidente Dilma Rousseff foi que seu segundo mandato foi pior do que o primeiro, diferente do Lula que teve um segundo mandato mais eficiente do que o primeiro.

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Uma das principais propostas do ex-presidente é a ampliação do diálogo entre a população e o presidente, o que hoje em dia é muito facilitado devido as redes sociais. Enquanto Lula afirma que o país não está dividido, dando a entender que a maioria ainda apoia o PT, não é isso que vemos nas redes sociais, onde a maioria das publicações feitas pelo partido é recebida com piadas e críticas, apesar de haver uma parcela elogiando e apoiando também.

Mas o ex-presidente falou também sobre negação ao partido, dizendo que é natural que após 12 anos no poder exista rejeição de uma parcela da população. #Eleições 2018 #Política