Luís Inácio #Lula da Silva, ex-presidente do Brasil, mal acabou de velar o corpo da ex-primeira-dama Marisa Letícia e já causa polêmica nos bastidores do governo federal ao pedir que o STF (Supremo Tribunal Federal) corrija o que chama de “erro histórico” e reconheça como válida sua nomeação de #Ministro da Casa Civil feita pela ex-presidente Dilma Rousseff. Em março de 2016, o ministro do #STF Gilmar Mendes analisou ações apresentadas pelo PSDB e PPS e suspendeu a nomeação de Lula.

Segundo o ministro Gilmar Mendes, Lula tinha intenção de fraudar a Operação Lava Jato, obtendo foro privilegiado para se esconder do juiz Sergio Moro, do Paraná, responsável pelo caso.

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Com o impeachment de Dilma Rousseff, o ministro Gilmar arquivou a ação.

Porém, Lula apresentou recursos para que o caso fosse para o plenário, mas não houve preocupação da parte do ministro em levar o assunto adiante para julgamento. Lula fez uma petição aos ministros do ST, que fosse feita uma imediata analise do caso.

"Sua imediata análise, no entanto, se faz mais do que necessária para, vênias concedidas, corrigir possível erro histórico cometido por esta Excelsa Corte. Isso porque, como é cediço, Vossa Excelência houve por bem deferir a liminar vindicada na petição inicial destes autos para o fim de suspender a eficácia da nomeação do Peticionário para o cargo de Ministro Chefe da Casa Civil da Presidência da República", afirma a petição feita pelos advogados do ex-presidente Lula, que foi protocolado nesta segunda-feira (06), dois dias após o velório de Marisa Letícia, que morreu devido a um AVC (acidente vascular cerebral) após passar 10 dias internada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

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A defesa do ex-presidente alegou que, na época em que Lula foi convidado para ser ministro da Casa Civil, ele preenchia todos os requisitos necessários e não respondia por nenhum indiciamento, não foi denunciado e nem era réu em qualquer ação. "À época dos fatos, preenchia todos os requisitos previstos no artigo 87 da Constituição Federal para o exercício do cargo de Ministro de Estado", afirmam deus advogados. Atualmente o ex-presidente é réu em mais de cinco processos que correm na Justiça.