Uma pesquisa eleitoral divulgada nesta quarta-feira (15) pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT), teve como resultado a vitória de Luís Inácio #Lula da Silva sobre os demais candidatos à #Presidência da República em 2018. O instituto de pesquisas MDA foi contratado para coletar as intenções de voto de 2.002 eleitores residentes em 138 cidades de todas regiões do Brasil, entre os dias 8 e 11 de fevereiro deste ano.

Lula lidera com 30,5% das intenções de voto; o deputado federal Jair Bolsonaro ficou em segundo lugar com 11,3%, evidenciando que o ex-presidente possui uma margem de vantagem bastante considerável, quando foram citados na enquete política os nomes de todos os possíveis candidatos ao mandato presidencial.

Em outras projeções do estudo da opinião popular, o favoritismo do #líder petista se manteve. Sugerindo que as eleições ocorressem hoje, Lula seria eleito novamente presidente do Brasil.

Aura de liderança popular e sentimentalismo do povo brasileiro

O ex-presidente Lula é uma figura política emblemática; dono de um carisma popular incontestável e símbolo dos movimentos sociais da chamada esquerda brasileira - em contraposição a outras filiações político-partidárias, com tendências mais conservadoras. Apesar das denúncias de corrupção investigadas pela Operação Lava Jato, seu nome ainda é capaz de arregimentar uma grande legião de seguidores, que certamente votarão de novo em sua legenda para ser o próximo mandatário maior da nação em 2018.

Além de representar, no imaginário coletivo brasileiro, o mito do homem simples, de origem nordestina, da classe humilde, metalúrgico, sindicalista que chegou ao posto maior do cenário político brasileiro, a sua recente viuvez comoveu o país.

O Brasil, apesar de ser um país que perpassa cotidianamente por várias tragédias, como a violência urbana desenfreada e as desigualdades sociais gritantes, tem uma população que não fica insensível e se solidariza com o drama pessoal de alguma celebridade nacional.

Durante o velório de Dona Marisa Letícia, Lula, bastante emocionado, atribuiu o falecimento de sua esposa as acusações de corrupção imputadas a ela pela Operação Lava Jato, que teriam lhe abalado profundamente e desencadeado o acidente vascular cerebral, culminando em seu óbito no Hospital Sírio-Libanês, no dia 3 de fevereiro.

No entanto, a morte da ex-primeira dama parece ter contribuído para aumentar a empatia da maior parte da nação brasileira com o candidato petista, o que já vem sendo evidenciado nas recentes pesquisas.