Na última semana, ocorreram dois encontros - sendo um deles figurado - entre o juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, e o ex-deputado, preso desde outubro, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Primeiro, o peemedebista foi ouvido em um dos processos em que responde como réu. Já na última sexta-feira (10), Moro negou o pedido de liberdade feito pela defesa do ex-deputado. A justificativa dada pelo juiz é que Cunha tentou "intimidar" Michel Temer durante seu depoimento.

Durante sua fala, três foram os principais pontos: Cunha desmentiu Michel Temer ao confirmar que ele esteve presente sim em uma reunião em que se debatia as indicações do PMDB à diretoria da Petrobras, quando afirmou sofrer com um aneurisma e ao declarar que sofre um processo político.

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Em sua justificativa para não conceder a liberdade a Cunha e "proteger" Temer, Moro afirmou que não pode "permitir" que se use um processo judicial para "ameaças, recados ou chantagens". Segundo Sérgio Moro, Eduardo Cunha tentou pressionar Temer a interceder por ele na Lava Jato. #Dentro da política