A mulher do juiz federal, Sérgio Moro, a advogada Rosangela Wolff Moro, concedeu uma entrevista para a revista feminina "Cláudia". Durante os processos de investigação da Lava Jato, seu marido ganhou grande notoriedade pela mídia e populares na forma de como conduz as operações, colocando na cadeia grandes nomes de empresários e políticos. Rosangela contou como é a vida com o famoso juiz federal.

Durante a entrevista, a advogada contou como é o impacto da Lava Jato na sua vida e na de seus dois filhos adolescentes com o juiz. Ela tem 42 anos e recentemente está defendendo seu marido em um processo que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva moveu contra ele.

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Questionada sobre assuntos relacionados ao movimento feminista e cotas, a advogada é enfática: "Defendo direitos iguais [entre homens e mulheres], mas não gosto de radicalismo. Sou pelo respeito à diferença de opiniões." Ela fala que foi criticada por ter feito uma página no Facebook com o nome "Eu MORO com ele", acusando-a de ser ciumenta e querer "marcar território". Rosangela não perdeu a postura ao dizer que sabe do seu valor e que ela é a única responsável pelo seu sucesso. A mulher do juiz dá uma indireta para as feministas: "Sobre as feministas: adoro gentilezas. Sergio abre a porta do carro para mim até hoje, e eu acho o máximo."

Ela diz que também não compactua com dizeres de que, por exemplo, o Congresso deve ter frações iguais para mulheres e homens, dizendo que acredita que a escolha deve ser a partir da "capacidade técnica de cada um".

Assédio

Rosangela Moro fala que devido a popularidade do seu marido ele é uma pessoa muito assediada pelas mulheres.

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Ela conta que o juiz mostra mensagens que chegam para ele e acha engraçado. Sérgio Moro já chegou a receber mensagens com músicas românticas na madrugada, a advogada diz que não se preocupa com isso, mas quer que o assédio se mantenha bem longe.

Outro assunto polêmico que a mulher de Moro conta, é sobre o aborto. Ela diz que é a favor a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a autorização do procedimento até o terceiro mês de gestação. #SérgioMoro #Polêmica #Investigação Criminal