o novo líder do governo de Michel Temer, na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP), está assumindo seu segundo mandato como deputado. Conhecido por ser uma pessoa que "nunca fica de fora", ele esteve presente em "todos" os governos. Foi um dos ministros da ex-presidente Dilma Rousseff, votou contra o impeachment, mas quando viu que a bancada do seu partido era favorável, Aguinaldo mudou de ideia e pediu o afastamento de Dilma.

Muito próximo do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), que agora se encontra na carceragem da Polícia Federal em Curitiba, esteve junto no momento em que Cunha pediu sua renúncia como presidente da Câmara, Ribeiro se mostrou muito próximo, mas na hora da votação o "calor" do momento fez Aguinaldo votar pela perda do mandato de Cunha.

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Após o episódio, Cunha se dirigiu a ele chamando-o de "covarde e hipócrita".

Desde 2015 Aguinaldo Ribeiro está sendo investigado pela Operação Lava Jato. Ele é apontando como um dos participantes de uma "organização criminosa", segundo o procurador da República, Rodrigo Janot. Mas o deputado não é o único entre sua família que já foi citado em um escândalo de #Corrupção, seu pai, Enivaldo Ribeiro, também teria participado de um esquema corrupto na Máfia das Sanguessugas em 2006.

Religião

Um ponto marcante da carreira do deputado, é suas convicções religiosas. Ele seria contra que casais pedissem o divórcio, ele é evangélico pela #Igreja Batista. Em sua atuação na política, tentou favorecer uma igreja com projetos, tentando colocar em vigor uma proposta de que o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de milhões de trabalhadores fosse utilizado para construção de templos religiosos.

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Outra polêmica foi sua tentativa de fazer com que "entidades religiosas" que tivessem comprovantes de obras para serviços sociais, ficassem isentas de contribuírem com a Previdência Social. A medida não foi aceita.

Aguinaldo se mostra como um membro fiel da Igreja Batista, ele é um dos indicados para fazer a liderança do governo na #Câmara dos Deputados.